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Vol. 38. Issue S1.
Pages 121-122 (October 2018)
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Vol. 38. Issue S1.
Pages 121-122 (October 2018)
TL106
DOI: 10.1016/j.jcol.2018.08.261
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MACROLIGADURA ALTA: ANÁLISE RETROSPECTIVA DE PACIENTES OPERADOS AMBULATORIALMENTE
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Antonio Jose Tibúrcio Alves Junior, Joaquim Simões Neto, Jose Alfredo Reis Junior, Odorino Hideyoshi Kagohara, Jose Alfredo Reis Neto, Milossi Estheisi Romero Machuca, Luciane Hiane de Oliveira
Clínica Reis Neto, Campinas, SP, Brasil
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Introdução: A doença hemorroidária tem como uma das diversas formas de tratamento, uma técnica minimamente invasiva, descrita como macroligadura elástica alta. A macroligadura com banda de borracha promove a fibrose da submucosa com subsequente fixação do epitélio ao esfíncter anal subjacente. Objetivos:Divulgar dados estatísticos relacionados à macroligadura elástica alta nos casos de doença hemorroidária interna.

Métodos: Análise retrospectiva de pacientes com doença hemorroidária, sem componente externo, sem distinção faixa etária ou gênero, submetidos a macroligadura elástica alta, com seguimento pós‐operatório de 24 meses. Amostra no total de 2.580 pacientes com doença hemorroidária graus II e III, tratados em um único serviço, emcaráter ambulatorial, por equipe de profissionais homogênea, preferencialmente abordadas todas as áreas em uma única sessão. Técnica: adotada a posição de Sims, sob anestesia local com 0,5mL de lidocaína na camada submucosa e sedação. Após passagem de anuscópio largo e longo, feita macroligadura com aspiração da mucosa retal do mamilo interno acometido, aproximadamente 3 ou 4cm acima da linha pectínea. Usado um aparelho aplicador de anéis de borracha por aspiração, confeccionado especialmente para esse tipo de procedimento.

Resultados: Em 24 meses de seguimento, pôde‐se observar baixo índice de recidiva, principalmente naqueles pacientes que trataram todos os mamilos hemorroidários internos em uma única sessão. Aqueles com recorrência foram reaboradados com uma nova sessão de macroligadura. Complicações descritas no pós‐operatório: sangramento (3,8%), dor com necessidade de medicação endovenosa(2,1%), edema perianal(1,7%), tenesmo(1,3%) e retenção urinária(0,1%). Dentre toda amostra, apenas um caso necessitou de rebordagem cirúrgica por hemorragia.

Conclusão: A técnica de macroligadura elástica alta exclusiva para pacientes com doença hemorroidária graus II ou III, além de um método a um baixo custo, mostrou ser eficiente e diminuir as queixas no pós‐operatório, com uma pequena incidência de complicações e alto alívio sintomático.

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Journal of Coloproctology

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