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Vol. 37. Issue S1.
Pages 60-61 (October 2017)
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Vol. 37. Issue S1.
Pages 60-61 (October 2017)
V3‐28
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.270
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PROCTOCOLECTOMIA TOTAL COM BOLSA ILEAL PARA ADENOCARCINOMA DE CÓLON EM RETOCOLITE ULCERATIVA
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Sergio Carlos Nahas, Rodrigo Ambar Pinto, Cintia Mayumi Sakurai Kimura, Diego Fernandes Maia Soares, Rafael Vaz Pandini, Aline Mendes Paiva, Ivan Ceconello
Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, SP, Brasil
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Introdução: A incidência de neoplasia de cólon em pacientes com doença inflamatória intestinal de longa data é aumentada em relação à população geral, embora ainda seja baixa.

Descrição: S.T.P., 55 anos, sexo feminino, retocolite ulcerativa desde 1987, em tratamento com sulfasalazina 3g/dia, com bom controle dos sintomas desde então. Em dezembro/2016 fez colonoscopia de rotina com achado de pancolite em atividade; em sigmoide, lesão elevada, de aspecto infiltrativo, ulceração central, media 20mm, cujo anatomopatológico revelou adenocarcinoma tubular moderadamente diferenciado invasivo. O estadiamento não mostrou lesões secundárias. A paciente então foi submetida a uma proctocolectomia total com bolsa ileal em J videolaparoscópica. Iniciou‐se com identificação e ligadura da artéria e veia ileocólica, dissecção medial para lateral, descolamento parietocólico à direita e abertura do intercólon epiplóico. São identificadas artéria e veia cólica média, clipadas. Após, mobiliza‐se o ângulo de Treitz, para identificação e ligadura da veia mesentérica inferior. O mesocólon esquerdo é dissecado, é liberado do retroperitônio, e termina‐se o descolamento do intercólon epiploico, libera‐se também o ângulo espênico. Identifica‐se e liga‐se a artéria mesentérica inferior. Libera‐se a goteira parietocólica esquerda, parte‐se para a dissecção do reto até o plano dos músculos elevadores. Optou‐se pelo grampeamento do reto através de uma incisão de Pfannenstiel. Pela mesma incisão, exterioriza‐se o cólon e é feito o grampeamento do íleo terminal. É confeccionada uma bolsa ileal em J. Em seguida, fecha‐se a incisão e a anastomose é feita sob visão laparoscópica; é exteriorizada ileostomia em alça de proteção. A paciente evoluiu sem intercorrências e recebeu alta no sétimo dia de pós‐operatório.

Discussão: A proctocolectomia total com bolsa ileal é um tratamento adequado para pacientes com doença inflamatória intestinal que se apresentam com neoplasia maligna do cólon e doença em atividade.

Conclusão: A proctocolectomia total com bolsa ileal videolaparoscópica é segura em pacientes com doença inflamatória intestinal.

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Journal of Coloproctology

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