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Vol. 38. Núm. S1.
Páginas 167-168 (Outubro 2018)
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Páginas 167-168 (Outubro 2018)
VL07
DOI: 10.1016/j.jcol.2018.08.359
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CIRURGIA ENDOSCÓPICA TRANSANAL COMO TRATAMENTO DEFINITIVO EM LESÕES NEOPLÁSICAS DE RETO
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Rafael Vaz Pandini, Guilherme Cutait de Castro Cotti, Carlos Frederico Sparapan Marques, Ulysses Ribeiro Junior, Caio Sergio Rizkallah Nahas, Sergio Carlos Nahas, Ivan Ceconello
Faculdade de Medicina (FM), Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, SP, Brasil
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Introdução: A cirurgia endoscópica transanal (TEM/TEO) oferece acesso para ressecção de lesões benignas e malignas em estádio inicial localizadas no reto com as vantagens de baixa morbidade.

Descrição do caso: Paciente masculino de 49 anos, com diagnóstico de lesão volumosa e amolecida a 4cm da borda anal. Submetido em outro serviço à tentativa de ressecção por colonoscopia sem sucesso e por via transanal clássica também sem sucesso. Estadiamento com tomografias, RNM pelve e USG endoanal e colonoscopia com magnificação de imagem sugeria a presença de lesão precoce, cT1N0. Optado então por abordagem transanal com TEO. Paciente posicionado em decúbito lateral esquerdo, tendo em vista a localização da lesão em parede póstero‐lateral esquerda e identificada lesão de 3cm de extensão à 3,0cm da borda anal, ocupando 30% da luz do órgão. Delimitado margem de resseção 1,0cm além da lesão seguido de ressecção complete com espessura total da parede do reto com exposição do mesorreto e musculatura esfincteriana. Realizado fechamento primário com fio farpado número 2.0. Não houve intercorrências durante o procedimento nem no pós‐operatório, tendo o mesmo recebido alta no 3° PO. O exame anatomopatológico demontrou a presence de um adenoma viloso com displasia de alto grau, medindo 3,1 x 2,2cm de diâmetro, Ausência de neoplasia invasiva, margem de ressecção cirúrgica livre (menor margem de 0,6cm).

Discussão: O emprego da cirurgia endoscópica transanal com TEO possibilitou a realização de abordagem local com sucesso mesmo após tentativas por colonoscopia e via transanal clássica prévias falharem.

Conclusão: O tratamento transanal de lesões precoces deve ser realizado por coloproctologistas treinados e afeitos com as diversas técnicas disponíveis. Em especial na suspeita de lesões precoces volumosas deve‐se priorizar a ressecção transanal com emprego TEM/TEO.

Idiomas
Journal of Coloproctology

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