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Vol. 37. Núm. S1.
Páginas 51 (Outubro 2017)
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Vol. 37. Núm. S1.
Páginas 51 (Outubro 2017)
V1‐01
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.243
Open Access
EXCISÃO TOTAL DO MESOCÓLON: LINFADENECTOMIA PARA‐AÓRTICA LAPAROSCÓPICA EM RETOSSIGMOIDECTOMIA
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Renato Gomes Campanati, Gabriel Braz Garcia, Gabriela Maciel Cordeiro, Ana Carolina Parussolo André, Antônio Lacerda Filho, Rodrigo Gomes da Silva
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, MG, Brasil
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Introdução: O presente vídeo visa a demonstrar a linfadenectomia retroperitoneal e a ligadura central da artéria mesentérica inferior videolaparoscópica em paciente com neoplasia de sigmoide e aglomerado linfonodal central volumoso em íntimo contato com a aorta.

Descrição do caso: Paciente feminina, 54 anos, apresentou‐se com quadro de alteração do hábito intestinal e emagrecimento nos últimos cinco meses. Colonoscopia evidenciou adenocarcinoma estenosante em sigmoide, a cerca de 20cm da margem anal. Tomografias mostraram imagem hipoatenuante em segmento VI, sem outras sinais de lesões secundárias. Submetida a retossigmoidectomia videolaparoscópica, porém durante a disseção observou‐se aglomerado linfonodal na emergência da artéria mesentérica inferior, acometia o plexo hipogástrico superior e em íntimo contato com a aorta abdominal, ocasionava nítido acotovelamento dela na tração do cólon. Prosseguiu‐se a dissecção da massa linfonodal sem o uso de energia, com completa exposição da aorta inferiormente à artéria mesentérica inferior até o nível da bifurcação de ambas as artérias ilíacas comuns, foi necessária a secção dos nervos simpáticos. O restante da retossigmoidectomia prosseguiu sem intercorrências, foi feita a segmentectomia hepática no mesmo tempo operatório.

Discussão: A ligadura vascular central com excisão total do mesocólon tem demonstrado benefícios de sobrevida no manejo de pacientes com câncer colorretal, especialmente pT3/T4 e com linfonodos positivos. O risco da presença de linfonodos na raiz da artéria mesentérica inferior em neoplasias de sigmoide é de menos de 12%, tem estreita relação com o estádio tumoral T.

Conclusão: A linfadenectomia retroperitoneal adequada acarreta impacto na sobrevida após‐a ressecção de tumores colorretais. A videolaparoscopia é factível, deve o cirurgião estar familiarizado com a técnica e os marcos anatômicos adequados.

Idiomas
Journal of Coloproctology

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