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Vol. 37. Núm. S1.
Páginas 53 (Outubro 2017)
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Vol. 37. Núm. S1.
Páginas 53 (Outubro 2017)
V1‐05
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.247
Open Access
EXCISÃO TOTAL DO MESORRETO ROBÓTICA COM DISSECÇÃO INTERESFINCTERIANA
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Sérgio Eduardo Alonso Araújo, Marcelli Tainah Marcante, Alexandre Bruno Bertoncini, Victor Edmond Seid
Hospital Israelita Albert Einstein, São Paulo, SP, Brasil
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A excisão total do mesorreto (ETM) minimamente invasiva beneficia os pacientes com câncer do reto por estar associada a melhores desfechos cirúrgicos imediatos e a segurança oncológica. A assistência robótica para a ETM pode estar associada a menor conversão e parece particularmente adequada para os pacientes do sexo masculino, obesos e portadores de lesões no reto distal. A dissecção interesfincteriana está associada a bons resultados oncológicos e, a despeito de ter prognóstico funcional incerto, beneficia pacientes com desejo de evitar estoma definitivo. No presente vídeo, demonstra‐se o tratamento cirúrgico do câncer do reto em paciente do sexo masculino por preservação esfincteriana após‐quimio e radioterapia neoadjuvantes. Como técnica, optou‐se pela mobilização completa do ângulo esplênico e ligaduras vasculares por videolaparoscopia. Para a ETM, a assistência robótica foi empregada (técnica híbrida). Ao término da ETM, a dissecção interesfincteriana (DIE) com ressecção completa do músculo esfíncter interno do ânus pela via convencional transanal foi empregada com o objetivo de garantir margem circunferencial e distal. A extração do espécime foi feita por via transanal (Nose) e a anastomose coloanal direta sem reservatório foi feita com técnica manual seguida de ileostomia de proteção. A ETM minimamente invasiva com DIE e Nose é uma operação tecnicamente complexa. Reserva‐se aos pacientes com câncer do reto distal cujo estadiamento pós‐neoadjuvância é o de invasão do músculo esfíncter interno do ânus (ycT2). Pode ser feita com técnica adequada híbrida ou totalmente robótica.

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Journal of Coloproctology

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