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Vol. 38. Núm. S1.
Páginas 171 (Outubro 2018)
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Páginas 171 (Outubro 2018)
VL16
DOI: 10.1016/j.jcol.2018.08.368
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O PAPEL DO VERDE DE INDOCIANINA NA REALIZAÇÃO DA LINFADENECTOMIA LATERAL PÉLVICA POR LAPAROSCOPIA
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Vinicius Campos Duarte, Rafael Vaz Pandini, Guilherme Cutait de Castro Cotti, Lucas Cata Preta Stolzemburg, Sergio Carlos Nahas, Ivan Cecconello
Faculdade de Medicina (FM), Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, SP, Brasil
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Introdução: O tratamento do câncer de reto localmente avançado com comprometimento de linfonodos laterais pélvicos implica em geral na realização de neoadjuvância com quimiorradioterapia seguido do tratamento cirúrgico com realização de linfadenectomia lateral pélvica (LLP) associada à excisão total do mesorreto (ETM), que pode ser realizada por via minimamente invasiva.Contudo, muitas vezes pode haver dificuldade na determinação da extensão da linfadenectomia lateral.O verde de indocianina (ICG) é o único agente de fluorescência aprovado para o uso humano e pode ser utilizado para mapeamento da drenagem linfática através da injeção peri‐lesional.O objetivo deste caso foi avaliar a tentativa de mapeamento dos linfonodos laterais pélvicos com o emprego do ICG durante a reliazação da LLP bilateral com ETM.

Descrição do caso: Paciente de 62 anos, feminina, portadora de adenocarcinoma de reto distal acometendo linha pectínea, com estadiamento inicial cT3N2M0, fáscia mesorretal acometida, invasão vascular extramural positiva e acometimento de cadeia lateral pélvica esquerda. Realizou quimiorradioterapia de curso longo, seguido de reestadiamento após 8 semanas que mostrou aparente ausência de resposta (TRG4, yT3cN2M0, margem circunferencial positiva, invasão vascular extramural positiva e linfonodos laterais pélvicos bilaterais). Submetida à amputação abdominoperineal de reto com linfadenectomia pélvica lateral bilateral, no intraoperatório após injeção de ICG peritumoral e venoso. O emprego do ICG perilesional não auxiliou na identificação dos linfonodos laterais pélvicos. Não houve intercorrências durante a cirurgia.A reconstrução perineal foi realizada pela equipe de cirurgia plásitica com retalho de gluteal fold. O anatomopatológico mostrou presença de resposta patológica completa, foram dissecados 8 linfonodos à direita e 5 linfonodos à esquerda apenas com lagos de mucina acelular sem neoplasia. O mapeamento de linfonodos não se mostrou útil. Não houve disfunção urinária ou sexual.

Discussão: É possível que o extensor comprometimento neoplásico nas cadeias laterais pélvicas neste caso associado ao emprego da tratamento neoadjuvante com quimiorradioterapia possam limitar o papel do ICG no mapeamento linfonodal das cadeias laterias pélvicas.

Conclusão: A injeção de ICG peri‐lesional não auxiliou na identificação dos linfonodos laterais pélvicos neste caso de cancer de reto localmente avançado.

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Journal of Coloproctology

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