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Vol. 37. Núm. S1.
Páginas 65 (Outubro 2017)
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Vol. 37. Núm. S1.
Páginas 65 (Outubro 2017)
V4‐38
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.280
Open Access
TÉCNICA DE CROMOSCOPIA
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Diogo Bicalho Silva, Rodrigo de Almeida Paiva, Rommel Ribeiro Lourenço Costa, Paola Stefania Costa Monçao Lima, Sillas Mourao Pinto, Antonio Lacerda Filho, Paulo Rocha França Neto
Hospital Felício Rocho, Belo Horizonte, MG, Brasil
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A cromoscopia em colonoscopia consiste na aplicação de agentes corantes que realçam a superficie da mucosa, o que permite melhor avaliação durante a feitura da endoscopia e é uma maneira de melhorar a capacidade da colonoscopia na detecção de pólipos, principalmente lesões planas e LST ulceradas. Com o aprimoramento dos aparelhos de colonoscopia, é possível fazer a cromoscopia eletrônica, com filtros de luz (NBI), que permitem uma observação semelhante à cromoscopia convencional sem a necessidade de corantes, porém são de custo elevado, não são disponíveis a todos os serviços de colonoscopia. A cromoscopia com o uso de corantes é de fácil acesso, baixo custo e aumenta significativamente a qualidade do exame do ponto de vista diagnóstico. Dentre as técnicas usadas para a injeção dos corantes, destacamos o uso do cateter injetor e o cateter vaporizador, porém com aumento do tempo e dos custos a cada exame feito. Posiciona‐se o cateter vaporizador a 2cm da extremidade do aparelho, mantém‐se a insuflação para que haja contato do corante em toda a circunferência do cólon. Apresentamos neste vídeo a técnica de instilação do corante pelo canal de trabalho do colonoscópio. Foi usado o corante índigo carmin, composto por um corante vegetal azul (índigo) e um agente vermelho (carmim). Corante de realce, não absorvível e usado a 0,4%, 20mL por paciente. Na técnica usada, após definida a área onde será feita a cromoscopia, são instilados cerca de 20mL de índigo carmim com apenas auxílio de uma seringa descartável (60mL) pelo canal de trabalho. Após a instilação do corante, com a mesma seringa é instilado ar para que o corante atinja toda a parede do cólon. Os efeitos colaterais relatados são muito raros, dentre eles hipotensão leve e reações anafiláticas. A cromoscopia convencional feita com essa técnica é factível, segura e está acessível.

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Journal of Coloproctology

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