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Vol. 39. Issue S1.
Pages 220-221 (November 2019)
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Vol. 39. Issue S1.
Pages 220-221 (November 2019)
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A importância da colonoscopia para o diagnóstico das moléstias do intestino grosso: um estudo de 2010 exames
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L.H. Góisa, R.A. Mendonça Filhob, Y.H.G. Gonzagaa, M.V.B. Rodriguesa, N.V.N.L.C. Rorizc
a Universidade Tiradentes (UNIT), Aracaju, SE, Brasil
b Hospital São Lucas, Aracaju, SE, Brasil
c Fundação Beneficente Hospital de Cirurgia, Aracaju, SE, Brasil
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Área: Métodos complementares diagnóstico e terapêutica

Categoria: Pesquisa básica

Forma de Apresentação: Tema Livre (apresentação oral)

Objetivo(s): Analisar as indicações de colonoscopia e as patologias mais comumente encontradas nos exames colonoscópicos, relacionando‐as com idade e gênero.

Método: Estudo retrospectivo produzido através da avaliação de 2010 laudos de exames colonoscópicos realizados em pacientes ambulatoriais de uma clínica privada em Aracaju –SE, no período entre abril 2017 e junho 2019. O preparo intestinal utilizado foi Manitol 10%; e a sedação, Fentanil, Midazolam e, quando necessário, Propofol. A análise estatística foi realizada através da categorização dos dados a partir de medidas de tendência central, posição e variação. As diferenças entre grupos foram analisadas através do teste de qui‐quadrado. O valor de p considerado estatisticamente significante foi<0,05.

Resultados: Foram avaliados 2010 laudos de colonoscopias de pacientes entre 14 e 92 anos, com média de idade de 55,4 anos, sendo 66% do sexo feminino. As principais indicações foram: seguimento oncológico, alteração do hábito intestinal, sangramento, controle de doença inflamatória intestinal (DII) e de cirurgias prévias. As colonoscopias incompletas totalizaram 4% devido a angulação, aderência, estenose ou oclusão tumoral. O sigmoide é o local mais acometido por neoplasias e pólipos. Pacientes acima de 65 anos e do gênero masculino apresentaram maior tendência a neoplasias, pólipos, doença diverticular e dolicocólon. Dos 139 (6,9%) exames colonoscópicos em que o achado foi pólipo, 111 (79,8% dos pólipos) polipectomias foram realizadas. O restante dos pacientes (20,2% dos pólipos) teve suas polipectomias programadas para um segundo momento por tratar‐se de pólipos gigantes. Já quem obteve a maior prevalência na suspeita de DII foi a faixa etária de até 45 anos. A patologia mais comumente encontrada foi doença diverticular (13%), seguida de pólipos (6,9%) e neoplasias (3,4%). Um percentual de 65,9% dos exames foi considerado normal.

Conclusão(ões): A colonoscopia continua sendo um método eficaz no diagnóstico e na terapêutica das patologias do cólon por possuir importância significativa na prevenção do câncer colorretal. Através dela conseguimos detectar um número significante de pólipos e, assim, quebrar a cadeia adenoma/adenocarcinoma através da polipectomia. A prevalência de pólipos no sigmoide mostra a importância da realização da retossigmoidoscopia, principalmente nos mais jovens, como uma opção à colonoscopia.

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Journal of Coloproctology

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