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Vol. 38. Issue S1.
Pages 55 (October 2018)
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Vol. 38. Issue S1.
Pages 55 (October 2018)
P193
DOI: 10.1016/j.jcol.2018.08.116
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ACHADOS DE COLONOSCOPIA DE RASTREIO PARA CÂNCER COLORRETAL EM UM HOSPITAL PÚBLICO DE SALVADOR/BA
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Jamille Eller Andrade Batista, Henrique Moura Parreira, André Luiz Santos, Tássia Mendes Franco, Fernanda França Mendonça de Matos, Arthur Rosado de Queiroz, Carlos Ramon Silveira Mendes
Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), Salvador, BA, Brasil
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Introdução: O câncer colorretal (CCR) é uma das patologias malignas mais frequentes no Brasil. Em sua grande maioria, possui progressão lenta e uma fase benigna percursora longa, o que permite realizar o seu rastreio, aumentar a chance de detecção de lesões pré‐malignas precocemente e reduzir o risco de CCR.

Objetivo: Avaliar os achados de colonoscopias de rastreio de CCR na rotina de um serviço de Coloproctologia, e com base nos resultados encontrados, e reafirmar a importância de sua indicação.

Métodos: Foram analisados, de forma retrospectiva, laudos de colonoscopia para reastreamento de CCR de 161 pacientes, em um Centro de Hemorragia Digestiva de um hospital público de Salvador/BA. Foram incluídos no estudo todos os exames com indicação de rastreio de CCR, no período de janeiro de 2017 à dezembro de 2017.

Resultados: Em 62 pacientes (38,5%) o exame foi normal, em contraste com 99 pacientes (61,4%%) com alguma alteração à colonoscopia.Houve predominância de mulheres sobre homens, 90% dos exames foram realizados em pacientes com idade acima de 50 anos. Os diagnósticos mais frequentes foram: doença diverticular (N=44/27.3%), seguido por pólipos (N=51/31%) e lesão plana de crescimento lateral N=7 (4.3%).Durante essa análise, apenas 01 paciente foi diagnósticado com câncer colorretal ao exame de rastreio. Outras patologias evidenciadas foram: angiectasias, retocolite ulcerativa, doença hemorroidária e colopatia de hipertensão porta.

Conclusão: Por definição, o exame de rastreio é realizado em pacientes assintomáticos de acordo com protocolos definidos por idade e fatores de risco. No presente estudo, verificamos que 61.4% dos exames de rastreio apresentavam algum tipo de alteração.

Dessa forma, concluímos e verificamos a necessidade de universalização do acesso à população ao exame, tendo necessidade crescente de um programa de rastreamento para detecção precoce de alterações, permitindo reduzir substancialmente a incidência e mortalidade do câncer colorretal e diagnóstico de outras patologias.

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Journal of Coloproctology

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