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Vol. 37. Issue S1.
Pages 174 (October 2017)
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Vol. 37. Issue S1.
Pages 174 (October 2017)
P‐237
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.238
Open Access
ACOMPANHAMENTO DE LONGO PRAZO DOS PACIENTES COM ESTOMA TERMINAL À HEBERT
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Paola Trindade Meinicke, Galdino José Sitonio Formiga, Alexandre Andrade da Silva Cherão, Fernanda Bellotti Formiga, Sabrina Miotto, Eduardo Rosetti Filho
Hospital Heliópolis, São Paulo, SP, Brasil
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Objetivo: Analisar indicações, viabilidade técnica e resultados de curto e longo prazo decorrentes da confecção do estoma terminal pseudolateral (à Hebert, terminolateral, loop‐end, pseudo‐loop).

Método: Foram estudados todos os pacientes submetidos a estoma terminal pseudolateral de janeiro de 2012 a junho de 2017. Analisaram‐se: dados demográficos, indicação cirúrgica, indicação do estoma pseudolateral, segmento intestinal exteriorizado, resultados perioperatórios e tardios, aceitação do doente e reconstrução de trânsito, quando feita.

Resultados: No período estudado, foram feitos sete estomas terminais à Hebert. Desses, cinco pacientes eram homens e a média foi de 38±9 anos. As indicações cirúrgicas foram doença de Crohn (DC) complicada e adenocarcinoma colorretal. Todos os pacientes tiveram exteriorização ileal. Não houve quaisquer complicações perioperatórias. Um paciente com DC evoluiu com fístula do coto terminal por atividade de doença após 33 meses de sua confecção. Nenhum deles evoluiu com hérnia ou prolapso. Os pacientes não relataram dificuldade de adequação da bolsa coletora ao estoma, nem de manuseio dele. O tempo médio de seguimento foi de 46,2 meses. Dois pacientes reconstruíram o trânsito intestinal e outros dois eram originalmente definitivos.

Conclusão: O estoma terminal à Hebert é exequível, de baixa morbidade precoce e tardia e deve pertencer ao arsenal técnico do cirurgião.

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Journal of Coloproctology

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