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Vol. 37. Issue S1.
Pages 142 (October 2017)
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Vol. 37. Issue S1.
Pages 142 (October 2017)
P‐160
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.161
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ALTERAÇÕES COLONOSCÓPICAS DE PACIENTES COM DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL EM HOSPITAL DE REFERÊNCIA EM SALVADOR
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Taisa Maria Brito Amorima, Lana Ferreira Moreiraa, Rafaela Mendonça Leala, Elisangela Suzarth Goncalves dos Santosb, Adriana Conceicao de Mello Andradea, Joana Carolina Saraiva de Paula Pessoac, Carlos Ramon Silveira Mendesc
a Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), Salvador, BA, Brasil
b Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Salvador, BA, Brasil
c Hospital Geral Roberto Santos, Salvador, BA, Brasil
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Objetivos: Determinar a frequência dos principais achados na colonoscopia dos pacientes com doença inflamatória intestinal (DII).

Método: Estudo de corte transversal feito no setor de coloproctologia em hospital de referência na cidade de Salvador (BA). A amostra é composta pelas colonoscopias feitas entre 2015 e maio de 2017, que tiveram como indicação ou diagnóstico: doença de Chron, retocolite ulcerativa e doença inflamatória intestinal. As variáveis de estudo analisadas foram: sexo, idade, indicação, edema, enantema, hiperemia, ulceração, erosão, pólipos. O programa usado para a análise estatística foi o SPSS versão 21.

Resultados: Foram analisadas 220 colonoscopias de pacientes com diagnóstico de DII. Dos exames, 52,7% (116) tiveram como indicação a retocolite, 32,3% doença de Crohn (71), 12,3% (27) DII e 2,7% (seis) outras indicações. Eram mulheres 63,6% (140) e 36,4% (80) homens. A idade variou entre nove e 89 anos e a média foi de 45,76 (± 14,48). Em 28,6% (63) dos pacientes, observou‐se hiperemia na mucosa em alguma região intestinal. Em 25,5% (56) observaram‐se erosões e em 22,7% (50) foram visualizadas ulcerações. Em 27,7% (61) dos pacientes foi detectada zona de edema e em 21,8% (48) visto enantema. Ocorreram pólipos em 18,2% (40) e foi feita polipectomia em 9,1% (20). Os achados menos frequentes foram a presença de mamilos hemorroidários e estenose, detectados em 5,9% (13) e 4,5% (10), respectivamente. Em mais de 60% dos exames se observou alguma anormalidade. Cerca de 15,5% (34) apresentaram exame normal e 7,7% (17) apresentaram doença em franca remissão.

Conclusão: A análise das informações fornecidas pelos exames permitiu um acompanhamento adequado dos pacientes portadores de DII, além de evidenciar que a maioria deles apresentara doença em atividade leve, além de baixa frequência de complicações, o que pode corresponder a uma boa resposta ao tratamento efetuado.

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Journal of Coloproctology

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