Journal Information
Vol. 39. Issue S1.
Pages 139 (November 2019)
Share
Share
Download PDF
More article options
Vol. 39. Issue S1.
Pages 139 (November 2019)
494
Open Access
Análise da experiência com fechamentos de ileostomia em alça em serviço de coloproctologia
Visits
...
F.H. Teodoro Lemos, B.X. Martins da Costa, D. Gobbi Kunz, J.S. Astudillo Vallejo, J. Rodrigues Girundi Guimaraes, T.A. Silva Faier
Hospital Felício Rocho, Belo Horizonte, MG, Brasil
Article information
Full Text

Área: Miscelâneas

Categoria: Estudos de Revisão

Forma de Apresentação: Pôster

Objetivo(s): O uso de ileostomias em alça como derivação de trânsito é uma técnica cirúrgica amplamente aplicada em cirurgias colorretais que envolvam anastomoses extraperitoneais com o objetivo de se prevenir a sepse pélvica em seu período de cicatrização. As complicações mais frequentes relacionadas a adoção de ileostomia são o distúrbio hidroeletrolitico associado à desidratação e a dermatite periostomal; citam‐se também o prolapso da ostomia, a hérnia paraostomal e a obstrução intestinal. Este trabalho objetiva realizar uma análise retrospectiva em prontuários dos fechamentos de ileostomias em alça do serviço de Coloproctologia do Hospital Felício Rocho em Belo Horizonte. Comparar as técnicas de fechamento manual e mecânica bem como seus desfechos e complicações pôs operatórios.

Método: Análise retrospectiva em prontuários nos últimos 30 meses, no período de 01/01/2017 a 04/06/2019.

Resultados: Foram realizados 99 fechamentos de ileostomia neste período, sendo 52 homens e 47 mulheres. 43 dos procedimentos envolveram anastomose mecânica e 56 anastomose manual; o tempo médio de internação foi de 7,35 dias, sendo 6,94 em pacientes do grupo manual e 7,88da anastomose mecânica. O tempo médio decorrido da cirurgia inicial para o fechamento foi de 19,75 semanas, sendo o mais precoce 05 semanas e o mais longínquo 56 semanas. Complicações envolvendo fístulas anastomóticas totalizaram 06 casos (6,06%), em número absoluto igual nos dois grupos, de 03 para cada.

Conclusão(ões): A ileostomia em alça se mostra um método de derivação de trânsito seguro e com baixo índice de complicações; as complicações pós operatórias dos dois grupos e suas taxas apresentaram‐se de forma semelhante e dentro do apresentado na literatura. A adoção da anastomose mecânica, progressivamente mais presente na casuística, não traz um prejuízo no que concerne às complicações pôs operatórias; cita‐se ainda uma redução, mesmo que pequena, do tempo cirúrgico envolvido.

Idiomas
Journal of Coloproctology

Subscribe to our newsletter

Article options
Tools