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Vol. 39. Issue S1.
Pages 138 (November 2019)
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Análise epidemiológica dos casos de óbito por neoplasia de cólon, reto e ânus no sudeste em comparativo ao restante do país entre os anos de 2012 e 2016
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G.S.d.F. Ataide
Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ), João Pessoa, PB, Brasil
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Área: Doenças malignas e pré‐malignas dos cólons, reto e ânus

Categoria: Estudos de Revisão

Forma de Apresentação: Pôster

Objetivo(s): Descrever o perfil epidemiológico dos casos de óbito por neoplasia de cólon, reto e ânus no Sudeste, nos anos de 2012 a 2016, comparando os casos notificados referentes a essa região em relação ao restante do país.

Método: Constitui‐se como pesquisa descritiva e exploratória, com coleta de dados no Sistema de Informações sobre mortalidade (SIM), entre os anos de 2012 e 2016. Os dados foram tabulados e analisados no Microsoft Excel (2010).

Resultados: Entre os anos de 2012 e 2016, 80.752 casos foram registrados no Brasil, de acordo com o SIM, sendo o Sudeste a maior região em número de notificações, com 44.898 casos nesse período, sendo sucedido pelas regiões Sul (16.306), Nordeste (11.937), Centro‐Oeste (5.115) e Norte (2.496). Entre os sexos a prevalência é praticamente a mesma, com uma pequena superioridade feminina, representando aproximadamente 51% dos casos, tanto nos Brasil quanto na região sudeste. Dos casos registrados no Sudeste, a faixa etária mais afetada está entre 70 e 79 anos com 11.162 mortes, seguidos pela faixa de 60 até 69 e por aqueles com mais de 80 anos, o restante do Brasil segue o mesmo padrão epidemiológico. Outro dado relevante é a questão de raça, que possuem divergências dependendo da região, sendo 30.561 óbitos de pessoas brancas no Sudeste e 4.661 somadas nas regiões Norte e Nordeste, representando respectivamente 68% e 32%, essas diferenças de porcentagem refletem a etnia das diferentes regiões do Brasil, onde Sul e Sudeste tem uma maior prevalência de população branca, ao contrário de outras regiões.

Conclusão(ões): Frente ao exposto, o Sudeste apresenta um elevado número de casos, bem superior as demais regiões. Mesmo possuindo uma maior população, não explica por si só tais dados, outra justificativa plausível seria o fato de ser a região mais desenvolvida e consequentemente ter mais casos diagnosticados e registrados. Visto isso é de suma importância que os profissionais de saúde que atuem nessa região intensifiquem ações contra as neoplasias de cólon, reto e ânus, principalmente na promoção de investigações em pacientes de risco e incentivo a uma boa alimentação e prática de atividades físicas.

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Journal of Coloproctology

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