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Vol. 37. Issue S1.
Pages 34-35 (October 2017)
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Vol. 37. Issue S1.
Pages 34-35 (October 2017)
TL8‐079
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.378
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AVALIAÇÃO DA CROMOSCOPIA COM ÍNDIGO CARMIM NA DETECÇÃO DE PÓLIPOS DE CECO E DO CÓLON ASCENDENTE
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Diogo Bicalho Silva, Rodrigo de Almeida Paiva, Rommel Ribeiro Lourenco Costa, Paola Stefania Costa Moncao Lima, Sillas Mourao Pinto, Antonio Lacerda Filho, Fabio Lopes de Queiroz
Hospital Felicio Rocho, Belo Horizonte, MG, Brasil
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Introdução: A colonoscopia como método de rastreamento é capaz de diminuir a incidência e a mortalidade relacionadas ao câncer colorretal, sobretudo pela possibilidade de diagnosticar e remover pólipos, sabidamente lesões potencialmente pré‐cancerosas. Entretanto, a detecção de pólipos durante a colonoscopia pode ser falha, sobretudo nos cólons proximais.

Objetivos: Avaliar o impacto da cromoscopia com índigo carmim na identificação de pólipos no ceco e no cólon ascendente e as possíveis correlações entre o número de pólipos identificados após a cromoscopia com as características dos pacientes e com os resultados histopatológicos.

Métodos: Foram estudados dois grupos de pacientes, prospectivamente, com e sem o uso de índigo carmim. No grupo convencional (G1/101 pacientes), o cólon direito foi avaliado uma segunda vez de forma convencional, sem cromoscopia. No grupo cromoscopia (G2/102 pacientes), esses mesmos segmentos foram avaliados uma segunda vez, após o uso do corante índigo carmim.

Resultados: Nos dois grupos foi identificado número adicional de pólipos após a segunda avaliação, mas apenas no grupo com cromoscopia esse número atingiu significância estatística. Após a segunda avaliação, o número de pacientes nos quais se encontrou pelo menos um pólipo adicional foi maior no G2 (22,5% versus 8,9% p=0,008). O número de pacientes que tiveram pelo menos um pólipo nas duas avaliações somadas foi significativamente maior no G2 (552% versus 26,7% com p=0,0002). O número de pólipos encontrados na segunda avaliação foi maior no G2 (76,9%) em relação ao G1 (23,1%), com p<0,0001. Observou‐se, portanto, significativo aumento na detecção de pólipos após o uso do corante, em relação ao grupo convencional, resultou em ganho de performance endoscópica. A maioria das lesões removidas após a cromoscopia correspondeu a adenomas.

Conclusões: O ganho de desempenho na detecção de pólipos no cólon direito com o emprego da cromoscopia com índigo carmim confere importante relevância na prevenção do CaCR a esse método.

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Journal of Coloproctology

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