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Vol. 37. Issue S1.
Pages 76-77 (October 2017)
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Vol. 37. Issue S1.
Pages 76-77 (October 2017)
P‐009
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.010
Open Access
AVALIAÇÃO DA DENSIDADE LINFÁTICA DAS MARGENS DO ADENOCARCINOMA DE CÓLON E RETO POR IMUNO‐HISTOQÚIMICA
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Priscila Oliveira Cardosoa, Luciana Maria Pyramob, Ramão Tavares Netoc, Marco Antônio Miranda dos Santosb, Marina Varella Braga de Oliveirad, Jessica Gerundi Guimarãesd, Andy Petroianua
a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, MG, Brasil
b Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg), Belo Horizonte, MG, Brasil
c Laboratório de Anatomia Patológica e Citopatologia (Conlab), Confins, MG, Brasil
d Hospital Alberto Cavalcanti (HAC), Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), Belo Horizonte, MG, Brasil
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Introdução: A retirada dos tumores com margem livre de câncer é essencial no prognóstico da morbimortalidade, determina a retirada completa da neoplasia em seu local de origem. A analise anatomopatológica associada à imuno‐histoquímica das margens tumorais tem sido cada vez mais adotada e é capaz de indicar a densidade linfática local e intramural.

Objetivo: Analisar a densidade linfática tumoral e peritumoral e avaliar a invasão intramural tumoral distal e proximal.

Método: Foram estudados prospectivamente 13 pacientes com diagnóstico de adenocarcinoma na topografia do cólon descendente, sigmoide e reto, submetidos a ressecção cirúrgica. Os pacientes foram submetidos a estadiamento clínico pré‐operatório seguido de tratamento cirúrgico adequado. Depois de retirada, a peça cirúrgica foi medida em centímetros. Em seguida, avaliou‐se a margem tumoral por imuno‐histoquímica, com anticorpo anti‐D2‐40, e quantificou‐se a densidade de marcadores de tecido linfático a partir da margem tumoral proximal e distal.

Resultados: A densidade linfática é menor no tecido tumoral, aumenta a partir da margem tumoral e mantém‐se com baixa densidade linfática até 2cm distais ao tumor e até 1,5cm proximal ao tumor.

Conclusões: Alterações na densidade linfática ocorrem no desenvolvimento de câncer colorretal. A avaliação de densidade linfática peritumoral pode desempenhar um papel potencial no estadiamento patológico.

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Journal of Coloproctology

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