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Vol. 39. Issue S1.
Pages 141-142 (November 2019)
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Vol. 39. Issue S1.
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Avaliação da resposta aos anti‐tnf na doença de crohn
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B.R.M. dos Santosa, C.C. Magalhãesb, C.H.M. dos Santosa, V.R.M. dos Santosc
a Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS), Campo Grande, MS, Brasil
b Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Campo Grande, MS, Brasil
c Universidade Anhanguera‐Uniderp, Campo Grande, MS, Brasil
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Área: Doenças Inflamatórias Intestinais

Categoria: Estudo clínico não randomizado

Forma de Apresentação: Pôster

Objetivo(s): Analisar os pacientes com DC que acompanham no HRMS para verificar a eficácia do tratamento com Anti‐TNF nesse grupo.

Método: Trata‐se de um estudo transversal retrospectivo com análise dos prontuários dos pacientes que acompanhavam no ambulatório de DII do HRMS. A análise proposta foi feita através de um formulário desenvolvido pelos autores tendo como princípio as bibliografias mais relevantes sobre a doença de Crohn. Esperava‐se que ele revelasse o maior número de informações com relação ao perfil dos pacientes de forma a cumprir o objetivo proposto. Os pacientes foram divididos em 3 grupos: (1) Grupo com necessidade de troca de medicação; (2) Grupo adaptado a medicação; e (3) Grupo com necessidade de otimização da dose ou do período de administração da medicação.

Resultados: Observou‐se que no grupo com troca da medicação, 50% dos pacientes apresentaram anemia e não apresentaram plaquetose, enquanto nos grupos adaptado à medicação e no que necessitou de otimização esse percentual foi de 8,7 e 12%, respectivamente. Outro dado evidenciado foi que o grupo que teve necessidade de troca do anti‐TNF apresentou maior percentual de realização de procedimentos cirúrgicos em decorrência de complicações da doença. Notamos também que a remissão clínica no grupo adaptado a medicação é 1,47 vezes maior que no não adaptado.

Conclusão(ões): Após a análise cautelosa dos dados obtidos, pode‐se concluir que a adaptação ao tratamento com Anti‐TNF ainda não se mostrou satisfatória nesse cenário, considerando que menos de 40% dos pacientes do estudo se enquadraram nesse grupo. Todavia, cabe a nós ressaltar que a eficácia de tal medicação, quando o paciente está na dose correta, é inegável, vendo que quase 80% desses não apresentavam alterações hematológicas, mais de 60% não necessitou de intervenção cirúrgica e mais da metade apresentava a doença inativa. Os benefícios existem, mas evidencia‐se também a dificuldade do controle da doença, já que eles não atingem nem toda a parcela adaptada. Além disso, existem limitações no presente estudo que incluem: o desenho do estudo retrospectivo, o uso de pacientes de um único centro e número restrito de pacientes.

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Journal of Coloproctology

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