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Vol. 37. Issue S1.
Pages 13 (October 2017)
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Vol. 37. Issue S1.
Pages 13 (October 2017)
TL3‐029
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.328
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AVALIAÇÃO DO ACOMETIMENTO DE LINFONODOS PÉLVICOS LATERAIS NO ADENOCARCIOMA DE RETO DISTAL
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Carlos Augusto Real Martinez, Vitor Augusto de Andrade, Felipe Osório Costa, Natalia Sayuri Mukai, Raquel Franco Leal, Maria de Lourdes Setsuko Ayrizono, Claudio Saddy Rodrigues Coy
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Campinas, SP, Brasil
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Objetivo: Avaliar o acometimento de linfonodos laterais após o esvaziamento pélvico lateral (EPL) em pacientes com adenocarcinoma de reto distal localmente avançado.

Método: Análise retrospectiva de portadores de adenocarcinoma de reto distal submetidos a esvaziamento pélvico lateral entre 2010 e 2017. Fez‐se EPL em doentes com estadiamento pré‐terapia neoadjuvante de T3 ou T4, N positivo ou achado intraoperatório de linfonodomegalia em cadeias laterais.

Resultados: EPL foi feito em 41 pacientes, 56% do sexo masculino, com média de 57,6 anos. Terapia neoadjuvante foi feita em 85,3% pacientes, com média de intervalo para cirurgia de 16,4 semanas. Amputação abdominoperineal foi feita em 29,3% dos casos, retossigmoidectomia com anastomose coloanal em 31,7% e colorretal em 34,1%. Tumor bem diferenciado foi encontrado em 9,7%, moderadamente em 73,4% e 14,6% apresentaram regressão total da lesão. Evidenciou‐se invasão vascular, linfática e perineural em 36,5%, 26,8% e 34,1%, respectivamente. A variação de linfonodos examinados foi de seis a 125, com até acometidos, e o acometimento de linfonodos laterais ocorreu em três (7,31%) pacientes.

Conclusão: O acometimento linfonodal em cadeias laterais de 7,31% justifica o EPL em casos avançados de adenocarcinoma de reto distal, mesmo após terapia neoadjuvante.

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Journal of Coloproctology

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