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Vol. 37. Issue S1.
Pages 53 (October 2017)
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Vol. 37. Issue S1.
Pages 53 (October 2017)
V1‐06
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.248
Open Access
CIRURGIA ROBÓTICA NO TRATAMENTO DO CÂNCER COLORRETAL
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Diogo Bicalho Silva, Rodrigo de Almeida Paiva, Rommel Ribeiro Lourenco Costa, Fabio Lopes de Queiroz, José Rafael Guerra Pinto Coelho, Breno Xaia Martins da Costa, Antonio Lacerda Filho
Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma), Belo Horizonte, MG, Brasil
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Uma das principais causas de conversão da cirurgia videolaparoscópica no câncer retal é a dificuldade técnica na dissecção pélvica dos tumores do reto distal em pacientes do sexo masculino, obesos e que tenham sido tratados com QRT neoadjuvante. Apresentamos neste vídeo a técnica robótica para tratamento cirúrgico do câncer colorretal. Dentre as várias vantagens do sistema robótico, o controle, pelo cirurgião, da câmera 3D HD permite total estabilidade da imagem, aumenta a percepção de profundidade, além de promover perfeita visibilidade do campo operatório. A visão magnificada associada a eliminação do tremor minimiza o risco de lesão das estruturas anatômicas durante a dissecção, promete melhores resultados funcionais urinários e sexuais. Os instrumentos multiarticulados (180°) com grande mobilidade de rotação (540°) permitem que o cirurgião faça movimentos complexos e adequada exposição do campo operatório com o terceiro braço. Na plataforma robótica, o cirurgião opera no console confortavelmente sentado e com ótima ergonomia. Demais auxílios do sistema da Vinci são: selador articulado, endogrampeador articulado e imagem por fluorescência para avaliação da perfusão do cólon abaixado e do coto retal. O robô pode ser usado somente na ETM, denominada técnica híbrida, a mobilização do cólon e ligadura dos vasos são feitas via laparoscópica. Na técnica por múltiplos dockings, o robô pode ser acoplado/desacoplado duas ou três vezes e a mobilização do cólon e a ETM são feitas por via robótica. O custo total para uso do robô ainda é o grande problema no momento. Estudos relatam curvas de aprendizado mais curtas na cirurgia robótica e um número de pacientes menor para que o cirurgião adquira um alto nível de competência (15‐25 casos). No momento atual, a indicação da técnica robótica parece beneficiar, principalmente, os pacientes do sexo masculino, obesos e que tenham sido tratados com QT/RT pré‐operatória.

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Journal of Coloproctology

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