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Vol. 37. Issue S1.
Pages 154 (October 2017)
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Vol. 37. Issue S1.
Pages 154 (October 2017)
P‐188
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.189
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CONTRAÇÃO VOLUNTÁRIA MANTIDA NA CONSTIPAÇÃO INTESTINAL
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Jose Bahia Sapucaia Filho, Crhistiano Fraguas
Clínica Dr. José Bahia Sapucaia, Salvador, BA, Brasil
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Constipação intestinal crônica (CIC) é um sintoma bastante comum, com diferentes etiologias e fisiopatologias, que afeta entre 2 e 30% da população dos países ocidentais, é responsável por mais de 2,5 milhões de consultas médicas por ano nos Estados Unidos da América, assim como aproximadamente 92 mil internações no mesmo período. Acredita‐se que a discrepância na prevalência dessa afecção seja causada pela grande variedade de definições existentes. Isso ocorre em virtude de múltiplos parâmetros analisados, como idade, diferentes classes econômicas, hábitos alimentares. Selecionamos, através de avaliação retrospectiva dos exames manométricos, feitos pelo método de cateter de perfusão de oito canais radiais, 450 pacientes do sexo masculino, de 15 a 67 anos, com constipação intestinal crônica, enquadrados no critério de Roma III, e avaliamos o parâmetro contração voluntária mantida (CVM). Observamos que 94% desses pacientes apresentavam CVM diminuída, com valores normais ou não. Acreditamos que a CVM ocorre pela distensão do nervo pudendo, já que esse se origina das raíses de S2, S3 e S4, passa pelo canal de Alcock e atravessa os músculos elevadores até alcançar o esfíncter anal. Em virtude dessa localização anatômica, fica vulnerável à ação da distensão de forma crônica, causada direta ou indiretamente pela constipação intestinal.

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Journal of Coloproctology

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