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Vol. 38. Issue S1.
Pages 187 (October 2018)
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Vol. 38. Issue S1.
Pages 187 (October 2018)
VL52
DOI: 10.1016/j.jcol.2018.08.404
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CORREÇÃO DE HÉRNIA PERINEAL COM COLOCAÇÃO DE TELA POR VIDEOLAPAROSCOPIA
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Ramir Luan Perin, Ivan Folchini de Barcelos, Eron Fabio Miranda, Fernanda da Silva Barbosa, Renato Vismara Ropelato, Paulo Gustavo Kotze
Hospital Universitário Cajuru (HUC), Curitiba, PR, Brasil
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Introdução: A hérnia perineal é definida como um defeito do assoalho pélvico através do qual as vísceras intra‐abdominais podem protrair. A hérnia perineal pode ser primária (congênito) ou secundária (pós‐operatório). Apesar da baixa incidência de HP, várias técnicas cirúrgicas foram propostas para preveni‐la ou tratá‐la, mas nenhuma delas é considerado um tratamento padrão‐ouro.

Metodologia: Demonstra um vídeo de correção de hérnia perineal videolaparoscópica de um paciente de 92 anos, com história de adenocarcinoma de reto baixo. Submetido a amputação abdominoperineal do reto videolaparoscópica. Evoluiu após cerca de 3 meses com hérnia perineal. Feita a correção da hérnia perineal por via videolaparoscópica após cerca de 8 meses da primeira cirurgia. Identificação de alças de intestino delgado em saco herniário prévio, após descolamento das mesmas com tesoura a frio, foi posicionada uma tela composta E/X BARD, não absorvível, com uma camada e o acabamento em volta de toda tela de ePTFE (politetra‐fluor‐etileno extendido). A tela foi fixada com fio de prolene 3‐0 anteriormente no peritônio posterior da bexiga, lateralmente nos peritônios laterais remanescentes e posteriormente no promontório. Feita sutura de reforços nas brechas da tela para evitar interposição de vísceras. Após, posicionou‐se o paciente em posição de litotomia para correção cosmética da pele, foi retirado o excesso de pele e realizou‐se sutura primária.

Resultados: As vantagens conhecidas da cirurgia minimamente invasiva, como menor tempo de internação hospitalar, taxa reduzida de infecção do ferimento, melhor conforto e recuperação do paciente e melhores resultados cosméticos, estão presentes na correção de hérnia perineal por via videolaparoscópica. O paciente apresentado recebeu alta hospitalar no segundo dia de pós‐operatório, evoluiu sem intercorrências, sem recidiva até o presente momento e com adequado resultado estético da ferida perineal.

Conclusão: O tratamento videolaparoscópico da hérnia perineal é factível e o posicionamento da tela de ePTFE pode produzir bons resultados.

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Journal of Coloproctology

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