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Vol. 38. Issue S1.
Pages 3 (October 2018)
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Vol. 38. Issue S1.
Pages 3 (October 2018)
P05
DOI: 10.1016/j.jcol.2018.08.008
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CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS MANOMÉTRICOS E QUEIXA DE INCONTINÊNCIA FECAL EM UM HOSPITAL PÚBLICO DE SALVADOR‐BA
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Henrique Moura Parreiraa,b, Jamille Eller Andrade Batistaa,b, Tassia Mendes Francoa,b, Fernando Simões de Senaa,b, Liane Vanessa Zachariades Santos Goesa,b, Antônio Carlos Moreira de Carvalhoa,b, Carlos Ramon Silveira Mendesa,b
a Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), Salvador, BA, Brasil
b Hospital Governador Israel Pinheiro (HGIP), Belo Horizonte, MG, Brasil
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Introdução: A incontinência fecal (IF) é conceituada como incapacidade fisiológica de manter controle sobre o armazenamento e expulsão tanto de gases como fezes, em tempo e/ou locais inadequados.1,2 A manometria anorretal permite a mensuração das pressões de repouso e contração, tamanho do canal anal funcional, capacidade, complacência e pesquisa do reflexo inibitório retoanal.3

Objetivo: Analisar a relação entre achados manométricos e a sintomatologia da IF, sobretudo quanto ao seu grau de intensidade e gravidade.

Métodos: Estudo retrospectivo, entre maio de 2015 e maio de 2017, com 70 portadores de IF, submetidos à manometria anorretal.

Resultados: A idade média foi de 60,8 anos (desvio padrão 12,4). O sexo feminino correspondeu a 75,7%, (p=0,97). 44,3% foram submetidos a cirurgias anorretoperineais, apresentando significância estatísticas (p=0,034). Houve também correlação com as pressões de contração (p=0,035). Não houve significância estatística na relação entre os sintomas de IF e os achados manométricos de diminuição das pressões de repouso (p=0,132), diminuição da sensibilidade retal (p=0,647), capacidade (p=0,114) e pesquisa do reflexo inibitório retoanal (p=0,196). Segundo a classificação Cleveland Clinic Incontinence Score (CCIS), 51,4% dos pacientes apresentavam incontinência leve; 41,4%, moderada e 7,1%, grave.

Conclusão: A correlação entre os dados manométricos e a sintomatologia da IF esteve relacionada com a diminuição das pressões de contração e o antecedente de cirurgias em região anal, períneo ou cólon.

Referências
[1]
L.P. De Moraes, M.C. Reis, J.F.C. Valente.
Análise das estratégias de enfrentamento por idosos com incontinência fecal x qualidade de vida: uma revisão.
Anais Simpac, 4 (2015),
[2]
B.L. Silveira, F. Catarucci, G.M. Macedo, L.D. Cunha, V.C. Romano, J. Gomes Junior.
O enfermeiro na atenção à pessoa com incontinência anal.
Cuid Arte Enferm, 11 (2017), pp. 215-222
[3]
C. Zaslavsky, C.A. Nunes.
Estudo descritivo dos exames de manometria anorretal realizados no laboratório de motilidade digestiva da Santa Casa de Misericórdia, Porto Alegre, Brasil.
Rev AMRIGS, 60 (2016), pp. 309-313
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