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Vol. 37. Issue S1.
Pages 99 (October 2017)
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Vol. 37. Issue S1.
Pages 99 (October 2017)
P‐059
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.060
Open Access
EPIDEMIOLOGIA DO CÂNCER COLORRETAL NO SERVIÇO DE COLOPROCTOLOGIA DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES
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Manoel Álvaro de Freitas Lins Netoa, Lucas Correia Linsa, Jason Costa Pereira Juniora, Tadeu Gusmão Muritiba Filhoa, Pedro Bastos de Souza Monteiroa, Monique de França Dantasa, Camila Wanderley Pereirab
a Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Maceió, AL, Brasil
b Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife, PE, Brasil
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Introdução: O câncer colorretal (CCR) é uma neoplasia maligna que afeta o intestino grosso e/ou reto. A sobrevida do câncer colorretal é diretamente proporcional ao estádio da doença no momento do diagnóstico. Com relação ao Brasil, estima‐se, para 2016, 16.660 casos em homens e 17.620 em mulheres. Esses valores correspondem a um risco estimado em 16,84 e 17,10 para cada 100 mil homens e mulheres, respectivamente.

Método: Estudo descritivo, com abordagem quantitativa. A pesquisa foi feita no Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HUPAA), da Universidade Federal de Alagoas, referência para tratamento de CCR no estado. Foram incluídos usuários acompanhados no serviço. As informações foram coletadas através do prontuário eletrônico registrados de 2008 até 2016. São 252 pacientes com câncer de colon e reto tratados no serviço de coloproctologia e as variáveis investigadas foram: gênero, idade, etnia, idade do diagnóstico, estadiamento TNM e estádio.

Resultados: Dentre os pacientes: 114 (45,2%) eram homens e 138 (54,8%) mulheres, 51 (20,2%) da etnia branca, oito (3,17%) da negra, 193 (76,58%) da parda. Quanto à localização do tumor: 125 (49,6%) tinham tumores localizados em cólon e 127 (50,4%) no reto. Dentre os com câncer de cólon, 51 (40,8%) estavam localizados em cólon direito (ceco, ascendente, transverso) e 74 (59,2%) no esquerdo (descendente, sigmoide). No que diz respeito ao estadiamento aproximadamente 30% tinham metástase concomitamte e no TNM encontramos: 1,5% com T1N0M0, 3,9% T1N1M0, 1,19% T1N2M0, 3,9% T2N0M0, 7,14% T2N1M0, 8,7% T2N3M0, 22,2% T3N0M0, 19% T3N1M0, 15,8% T3N1M1, 9,9% T3N2M0, 2,3% T4N0M0, 3,17% T4N1M0 e 1,98% T4N0M1.

Conclusão: Os resultados são compatíveis com a literatura, na qual o câncer colorretal tem alta incidência, não há diferença entre o sexo e etnia dos pacientes acometidos e o diagnóstico ainda é tardio, o que aumenta a morbimortalidade.

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Journal of Coloproctology

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