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Vol. 37. Issue S1.
Pages 14 (October 2017)
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Vol. 37. Issue S1.
Pages 14 (October 2017)
TL3‐031
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.330
Open Access
ESTUDO DE 57 PACIENTES COM ILEOSTOMIA DE PROTEÇÃO APÓS EXCISÃO TOTAL DE MESORRETO. AVALIAÇÃO DAS TAXAS DE REVERSÃO DE ILEOSTOMIA, COMPLICAÇÕES DA REVERSÃO E CAUSAS DE NÃO REVERSÃO
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William Mateus Coutinho Hilbiga, Pedro Gabriel Duz Mazivierob, Giovana Nícoli Cabral Heluanyb, Gustavo Sevá Pereiraa, Joaquim José de Oliveira Filhoa, Paula Buozzy Tarabaya
a Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, Campinas, SP, Brasil
b Faculdade de Medicina São Leopoldo Mandic, Campinas, SP, Brasil
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Introdução: O tratamento ideal do tumor de reto inclui neoadjuvância e a ressecção total do mesorreto. A derivação com ileostomia em alça após excisão do mesorreto pode ser controversa, mas é considerada parte da técnica que diminui a gravidade das complicações cirúrgicas em casos de anastomoses de maior risco, como as feitas no canal anal ou reto baixo, ou em pacientes desnutridos, reduz o impacto das consequências das fístulas de anastomoses colorretais. Apesar disso, muitos pacientes nunca foram submetidos à reversão ou apresentaram grande atraso para o fechamento.

Objetivo: Identificar a taxa de fechamento, as razões para o atraso e as complicações após a reversão.

Método: Os dados foram coletados retrospectivamente de pacientes consecutivos submetidos à excisão total do mesorreto para neoplasia de reto, de 2006 a março de 2017. Os dados relacionados ao objetivo do estudo foram colhidos.

Resultados: Foram 57 pacientes analisados, de 29 a 84 anos, média de 59, 32 homens e 27 mulheres. A reversão considerada precoce (até seis meses da cirurgia) ocorreu em apenas 13 pacientes e tardia em 35. Nove pacientes nunca foram operados para fechar a ileostomia. O tempo para reversão foi de 1,8 a 60 meses. O motivo principal para o atraso foi a adjuvância, em 20 pacientes. Fístula de anastomose ocorreu em quatro pacientes e os outros atrasaram por falta de disponibilidade de estrutura para internação e cirurgia. Dos que não fecharam a ileostomia, um mantém uma fístula e os outros oito não desejam ser submetidos ao fechamento ou perderam seguimento. Houve complicações e dois óbitos (4,1%) após a reversão.

Conclusões: Em nossa instituição, houve uma taxa de 15,8% de não reversão da ileostomia e a grande maioria foi feita após mais de seis meses da primeira cirurgia.

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Journal of Coloproctology

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