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Vol. 38. Issue S1.
Pages 158 (October 2018)
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Vol. 38. Issue S1.
Pages 158 (October 2018)
TL85
DOI: 10.1016/j.jcol.2018.08.337
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EXISTE CORRELAÇÃO ENTRE A PRESENÇA DE ENDOMETRIOSE DO APÊNDICE, DO ÍLEO TERMINAL E DO CECO?
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Oswaldo de Moraes Filho, Amanda Costa da Cunha, Júlia Santiago França, Arthur Disegna, Frederico José dos S. Correa, João Batista de Sousa, Romulo Medeiros de Almeida
Hospital Universitário de Brasília (HUB), Universidade de Brasília (UnB), Brasília, DF, Brasil
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Objetivo: Avaliar a correlação entre a presença de focos de endometiose no apêndice cecal, no íleo terminal e no ceco.

Método: Estudo retrospectivo por meio da análise dos prontuários pacientes submetidas a videolaparoscopia para o tratamento de endometriose profunda intestinal no Centro de Excelência em Endometriose de Brasília, no período entre janeiro de 2007 e janeiro de 2018. Foram incluídas no estudo pacientes que apresentavam sintomas como dor pélvica, infertilidade ou ambos, e que tiveram a visualização de lesões sugestivas de endometriose nos exames de ressonância magnética ou ultrassom transvaginal com preparo intestinal. A análise estatestica foi realizada no software IBM SPSS Statistics 25 com o teste qui‐quadrado e resultados com p < 0,05 foram considerados estatisticamente significantes.

Resultados: Foram incluídas 372 mulheres com média de idade de 34 anos (desvio padrão de 5,9 anos). Os exames de imagem previram a presença de endometriose no apêndice em apenas um caso no qual havia espessamento da ponta do órgão visto à ressonãncia magnética. Em todos os outros o achado foi intraoperatório e observado durante a laparoscopia e inspeção de toda a cavidade abdominal.58 pacientes (15,6%) apresentaram focos de endometriose no apêndice, 24 (6,4%) tiveram lesões no íleo e 16 (4,3%) no ceco. Todas as lesões foram removidas durante o procedimento laparoscópico. Após análise estatística observamos que quando há lesão de apêndice há maior probabilidade de também haver lesão ileal (OR de 11,82), o que também foi observado para o ceco (OR 14,46).

Conclusão: O apêncide cecal é sítio frequente de implantação de endometriose profunda e deve ser inspecionado sempre que se realizar laparoscopia para o tratamento de endometriose, e quando encontrado o ceco e o íleo terminal também devem ser avaliados, pois há grande probabilidade de se encontrar também focos endometrióticos no ceco e no íleo terminal.

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Journal of Coloproctology

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