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Vol. 37. Issue S1.
Pages 78 (October 2017)
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Vol. 37. Issue S1.
Pages 78 (October 2017)
P‐013
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.014
Open Access
EXPERIÊNCIA INICIAL NA AVALIAÇÃO DE RESPOSTA CLÍNICA COMPLETA DE TUMOR RETAL PÓS‐NEOADJUVÂNCIA, COM ULTRASSONOGRAFIA 3D ENDOANAL
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Eduardo de Paula Vieira, Lucas Perello de Azevedo, Ricardo Rosa, Bruna Vasconcellos Guimarães, Rosane Louzada Machado, Edna Delabio Ferraz, João de Aguiar Pupo Neto
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil
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Introdução: Quando se trata de lesões neoplásicas, o estadiamento correto é indispensável, visa à escolha terapêutica adequada. Nos casos de tratamento neoadjuvante, o reestadiamento pós‐regressão completa continua a ser um desafio para protocolos de watch and wait no sentido de não submeter esses pacientes a cirurgia imediata. O US 3D é uma ferramenta que pode ser usada com esse objetivo.

Objetivo: Demonstrar a uso da ultrassonografia endorretal 3D no estadiamento pós‐ neoadjuvância em pacientes com tumores de reto que obtiveram regressão clínica completa.

Material e métodos: Estudo prospectivo, feito entre maio de 2012 e junho de 2017 com sete pacientes portadores de tumor de reto, quatro homens e três mulheres, submetidos a tratamento neoadjuvante com quimioterapia e radioterapia e que obtiveram regressão clínica e endoscópica completa. Cada indivíduo foi submetido à avaliação com USG 3D endorretal com exames seriados bimensais, além de avaliação endoscópica.

Resultados: Cinco indivíduos apresentaram manutenção da regressão completa e dois apresentaram recidiva da lesão de reto ao exame ultrassonográfico. Devido às alterações locais causadas pela radioterapia, torna‐se difícil a distinção entre áreas de lesão tumoral e áreas de reação desmoplásica e fibrose residual após o tratamento radioterápico, inclusive a ressonância nuclear magnética. O controle ultrassonográfico seriado das lesões é importante para que haja a observação das áreas hipoecogênicas residuais e da diminuição progressiva delas e a localização em relação aos músculos esfincterianos. No entanto, enfatizam as vantagens da visão espacial e a facilidade de entendimento do exame.

Conclusão: Conclui‐se, portanto, que o USG tridimensional permite estudo e estadiamento dos tumores retais, assim como o acompanhamento evolutivo dessas lesões após tratamento neoadjuvante, é uma ferramenta a ser considerada na avaliação pós‐neoadjuvância para tumores de reto.

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Journal of Coloproctology

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