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Vol. 39. Issue S1.
Pages 149-150 (November 2019)
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Vol. 39. Issue S1.
Pages 149-150 (November 2019)
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Fechamento de ostomia com a técnica vulkan: experiência inicial
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JEdO. Santos Filho, V.M.D. Santos, A.L.A. Vieira, A.R. Moura, A.C.R. Lisboa, Í.A. Souza, J.V.M. Teles, J.T.R. Santos
Universidade Federal de Sergipe (UFS), Aracaju, SE, Brasil
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Área: Cirurgia Minimamente Invasiva, Novas técnicas cirúrgicas/Avanços Tecnológicos em Cirurgia Colorretal e Pélvicas e Anorretais

Categoria: Pesquisa básica

Forma de Apresentação: Pôster

Objetivo(s): Estomas são aberturas propositalmente feitas na superfície do corpo levando a comunicação entre a pele e uma víscera oca. São criadas para desviar o conteúdo intraluminal em casos de cirurgias gastrointestinais. A parte do processo de ostomia menos estudada é o seu fechamento. É nele que existem altas taxas de complicações, como infecção de sítio cirúrgico, fístulas, deiscência ou obstrução intestinal. Dessa forma, esse trabalho tem como objetivo demonstrar os resultados iniciais obtidos com a técnica Vulkan.

Método: O presente estudo retrospectivo teve como amostra o banco de dados do Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe, elegendo apenas pacientes do ambulatório de coloproctologia ostomizados e posteriormente submetidos à reconstrução do trânsito pela técnica de Vulkan. Foram analisados a idade, sexo, fatores que desencadearam a necessidade da ostomia, as comorbidades do paciente, complicações no perioperatório, no pós‐operatório imediato e tardio, assim como o tempo de cicatrização da ferida operatória.

Resultados: Foram 6 pacientes ao total que utilizaram a técnica Vulkan para o fechamento das enterostomias. A idade média foi de 48 anos. Em relação ao gênero, 83.33% eram masculino e 16,66% eram feminino. Dos diagnósticos pré‐operatórios, 50% foram trauma pélvico, os demais foram: obstrução por adenocarcinoma de reto médio, Síndrome de Fournier e ferimento por arma de fogo em parede abdominal com comprometimento de reto intraperitoneal. As colostomias em alça corresponderam a 83,33% enquanto as ileostomias 16,66%. A comorbidade encontrada foi hipertensão arterial sistêmica em 33,33% dos pacientes. Um único paciente, com sigmoidostomia em alça, evoluiu com fístula enterocutânea e infecção de ferida operatória, tratada conservadoramente. O tempo de cicatrização completa teve uma média de 28.5 dias.

Conclusão(ões): Nossa experiência inicial nesta técnica demonstra a eficácia e exequibilidade deste tipo de procedimento em nosso meio. Os resultados alcançados neste estudo estimulam novas pesquisas com a técnica Vulkan, agregando dados para futuros estudos. É notado melhor resultado estético e conforto pós‐operatório para o paciente. Isso mantêm nosso empenho pela continuidade deste procedimento acessível e promissor.

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Journal of Coloproctology

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