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Vol. 38. Issue S1.
Pages 120 (October 2018)
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Vol. 38. Issue S1.
Pages 120 (October 2018)
TL103
DOI: 10.1016/j.jcol.2018.08.258
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HEMORROIDECTOMIA A MILLIGAN MORGAN COM CRITÉRIOS DE ANTIBIOTICOPROFILAXIA EM HOSPITAL PÚBLICO DE SALVADOR
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Andre Luiz Santos, Antônio Carlos Moreira de Carvalho, Jorge Augusto Serra de Souza, Marcus Vinicius Castro Oliveira, Fernanda França Mendonça de Mato, Tássia Mendes Franco, Carlos Ramon Silveira Mendes
Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), Salvador, BA, Brasil
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Introdução: Dentre as diversas medidas de prevenção da infecção de sítio cirúrgico(ISC), a utilização de antimicrobiano com fins profiláticos também merece atenção especial. Embora tendo sua indicação hipertrofiada, a profilaxia apresenta utilidade em diversas situações e inúmeros estudos mostraram a eficiência do uso de antimicrobianos profiláticos quando bem indicados. Nos procedimentos de hemorroidectomia a Milligan Morgan que são considerados procedimentos contaminados a utilização de antimicrobianos profiláticos provocam várias discussões em cima da sua indicação e a real necessidade.

Objetivo: Nosso objetivo foi apresentaratravés da amostra de pacientes entre março de 2017 a março de2018quesua utilização deve ser racionada e ponderada conforme a individualização do quadro clínico de cada paciente.

Método: Foram realizados no período62 procedimentos de hemorroidectomias pela técnica de milligan morgan e realizado o acompanhamento de forma prospectiva durante 2 meses.

Resultado: Desses o padrão de internamento foi de 96,7% Day‐Hospital e 3,3% com acomodação hospitalar de 01 dia. Tivemos a predominância de 56,4% do sexo masculino e 43,6% do sexo feminino. Com idade média de 45,4 anos.6,4% possuíam hipertensão arterial, 3,2% Diabetes mellitus e 1,6% HIV. Em nossa amostra, 4,8%utilizaram antibiticoprofilaxia por serem portadores de HIV e diabetes mellitus. Todos pacientes foram orientados a dieta laxativa, analgesia, cuidados com ferida operatória e banho de assento por um período mínimo de 15 dias consecutivos. A primeira revisão foi realizada 15 dias após o dia da cirurgia. Foi observado complicações como sangramento em 1,6%e infecção do leito cirúrgico em 1,6% dos pacientes. A dor foi devido a queixa mais prevalente em 51,6% dos pacientes e tenesmo em 4,84% dos pacientes.

Conclusão: Em nossa amostra anual foi possível observar que a taxa de infecção foi extremamente baixa e a não administração de antibióticos não aumentou as taxas de infecção e não evidenciaram o desenvolvimento de patologias como a síndrome de fournier. A recomendação, na grande maioria dos casos, é a de que a antibioticoprofilaxia seja realizada apenas em casos individualizados.

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Journal of Coloproctology

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