Journal Information
Vol. 39. Issue S1.
Pages 178 (November 2019)
Share
Share
Download PDF
More article options
Vol. 39. Issue S1.
Pages 178 (November 2019)
796
Open Access
Impacto da incontinência fecal e dos distúrbios do assoalho pélvico na qualidade de vida
Visits
...
Russo A Stachewski, Pinto R Ambar, Farias J Bezerra, I.J.F. Correa Neto, R.A. Silva e Santos, A.M. Garisto, I. Cecconello, S.C. Nahas
Faculdade de Medicina (FM), Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, SP, Brasil
Article information
Full Text

Área: Doenças do assoalho pélvico/Fisiologia Intestinal e Anorretocólica

Categoria: Pesquisa básica

Forma de Apresentação: Tema Livre (apresentação oral)

Objetivo(s): O objetivo deste trabalho é avaliar o impacto na qualidade de vida de pacientes portadores de incontinência fecal, nos seus diferentes níveis de gravidade, e de distúrbios associados do assoalho pélvico, a partir de escalas quantitativas e qualitativas já validadas na literatura.

Método: Trata‐se de um estudo epidemiológico, descritivo e transversal, no qual um total de 114 pacientes do sexo feminino, acompanhadas em um serviço de referência de fisiologia colorretoanal foram submetidas a avaliação clínica e aplicação dos questionários de Cleveland Clinic Incontinence Score (CCIS) e Pelvic Floor Bother Questionnaire (PFBQ). Histórico de cirurgias prévias, incontinência urinária associada e paridade foram incluídos na avaliação. Relacionou‐se o grau de incontinência fecal e de desconforto do assoalho pélvico.

Resultados: Aplicamos o PFBQ em 60 das 114 pacientes incontinentes (52%). Dentre as 60 pacientes, 42 possuem incontinência urinária associada (70%). A porcentagem de pacientes com trauma perineal pós‐parto obtida foi de 83. Apenas 10% das pacientes têm menos de 50 anos. Identificamos 28 pacientes com desconforto pélvico significativo (PFBQ total superior a 15 pontos), totalizando 46%. A faixa etária mais expressiva dentre as 28 pacientes é de 50 a 60 anos (39%). Correlacionamos os dados das pacientes que apresentaram piores Índices de Incontinência Fecal conforme aplicação do CCIS (incontinência moderada e grave), obtendo o resultado de 23 pacientes neste grupo (82%).

Conclusão(ões): Os resultados obtidos permitem concluir que pacientes com piores graus de incontinência fecal possuem expressivo índice de desconforto no assoalho pélvico.

Idiomas
Journal of Coloproctology

Subscribe to our newsletter

Article options
Tools