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Vol. 37. Issue S1.
Pages 4 (October 2017)
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Vol. 37. Issue S1.
Pages 4 (October 2017)
TL1‐008
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.307
Open Access
IMPACTO PRONÓSTICO DAS ALTERAÇÕES NA MAQUINARIA DE REPARO POR EXCISÃO DE NUCLEOTÍDEOS EM TUMORES COLORRETAIS ESPORÁDICOS
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Natalia Leguisamoa, Helena de Castro e Gloriaa, Daniel de Barcellos Azambujaa, Antonio Nocchi Kalilb, Jenifer Saffia
a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Porto Alegre, RS, Brasil
b Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre (ISCMPA), Porto Alegre, RS, Brasil
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Introdução: O estadiamento do câncer colorretal (CCR) ainda não prevê com precisão o prognóstico, a recorrência e a quimiossensibilidade. No entanto, nenhum painel molecular provou ser confiável para uma melhor estratificação na prática clínica. As alterações na via de reparo do DNA por excisão de nucleotídeos (NER) estão associadas com piores desfechos e resistência à quimioterapia em vários tipos de câncer e podem ser promissoras como ferramenta para o refinamento do estadiamento em pacientes CRC.

Métodos: Amostras de tumor e tecido normal pareado de 70 pacientes com CCR esporádico foram avaliadas quanto à expressão de seis genes do NER e quanto à expressão das suas proteínas por qPCR e imuno‐histoquímica, respectivamente. A expressão proteica de MLH1 foi usada para determinar a presença de instabilidade de microssatélites. Os dados moleculares foram analisados em relação às características clínicas e estadiamento TNM como preditor de prognóstico.

Resultados: Todos os componentes do NER mostraram‐se alterados nos tumores colorretais em comparação com tecidos intestinais saudáveis. A redução do CSB e do XPG foi associada a piores desfechos patológicos (tumores pouco diferenciados, estágio TNM avançado e tumores mais invasivos). Todavia, níveis mais elevados de ERCC1 e XPF foram associados a desfechos patológicos desfavoráveis, como tumores pouco diferenciados e de histologia mucinosa, bem como à presença de invasão linfática. As expressões gênica e proteica de ERCC1, XPD e XPG foram fortemente correlacionadas. Não há diferença na expressão do perfil de acordo com a presença de instabilidade de microssatélites.

Conclusões: Nossos achados indicam que deficiências na via do NER podem desempenhar um papel na agressividade do CCR, parecem ser candidatos adequados para refinar a escala TNM para o CCR.

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Journal of Coloproctology

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