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Vol. 37. Issue S1.
Pages 14-15 (October 2017)
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Vol. 37. Issue S1.
Pages 14-15 (October 2017)
TL3‐032
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.331
Open Access
MECANISMO ANTITUMORIGÊNICO DA ISOQUERCETINA NO ADENOCARCINOMA DE CÓLON: UM ESTUDO EXPERIMENTAL COM CAMUNDONGOS ATÍMICOS
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Guilherme Di Camillo Orfali, Daniel de Castilho da Silva, Ana Carla Franco Ubinha, Giulia Mazaro de Oliveira, Isabella Ramos Oliveira Assunção, Isadora Moraes Marchesi, Denise Gonçalves Priolli
Universidade São Francisco (USF), São Paulo, SP, Brasil
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Objetivo: Os flavonoides são compostos polifenólicos com ampla atividade nutrifarmacológica, a isoquercetina (Quercetina‐3‐Glicosídeo ou Q3G) é um importante representante dessa classe devido a sua elevada biodisponibilidade oral e potencial antiproliferativo. Assim, objetiva‐se avaliar o mecanismo antitumoral da Q3G em modelo animal de adenocarcinoma de cólon humano/HT‐29.

Método: Estudo in vivo, que abrangeu o desenvolvimento de cultura de células de adenocarcinoma de cólon humano e posterior xenotransplante heterotópico em camundongos atímicos. Os animais foram divididos em três grupos: profilaxia (recebeu Q3G por gavagem durante sete dias previamente ao implante), terapia (recebeu Q3G por gavagem quando o volume tumoral atingiu 100 mm3) e controle (animais não submetidos ao tratamento). O crescimento tumoral foi avaliado de forma macroscópica e quantificado por curvas de regressão sigmoidal. Após a exérese tumoral foram feitas análises histológicas, imuno‐histoquímicas (proteína TP53 mutada/via apoptótica e VASH/inibição da angiogênese) e de quantificação microvascular.

Resultados: No grupo terapia, a Q3G levou à diminuição da velocidade de crescimento tumoral e redução do volume tumoral final em relação ao controle (p=0,04). Nesse mesmo grupo, obteve‐se aumento da expressão de Vash (p=0,03) e diminuição da proliferação vascular (p<0,05). Verificou‐se relação inversamente proporcional entre o crescimento tumoral e a expressão de Vash (p=0,01). A análise imuno‐histoquímica da TP53 evidenciou menor expressão da proteína mutada tanto no grupo profilaxia como no grupo terapia em relação ao controle.

Conclusões: A Q3G demonstrou potencial antitumoral quando administrada de forma terapêutica, inibiu a proliferação neovascular e modulou a apoptose.

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Journal of Coloproctology

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