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Vol. 38. Issue S1.
Pages 25 (October 2018)
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Vol. 38. Issue S1.
Pages 25 (October 2018)
P137
DOI: 10.1016/j.jcol.2018.08.054
Open Access
MUCOSECTOMIA DIFÍCIL: TRATAMENTO DE LST GRANULAR DE CÓLON ASCENDENTE POR MUCOSECTOMIA EM “PIECEMEAL” EM RETROVISÃO
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André Antonio Abissamraa,b, Giovanni Gustavo de Souza Avansinia,b, Matheus Carpenedo Frarea,b, Thiago Maicon Matos de Oliveira Rodriguesa,b, Rossini Fernandes Lyriaa,b, Henrique Victor Ruania,b, Flavio Mesquita Sampaio Giovanninia,b
a Hospital Regional de Presidente Prudente, Presidente Prudente, SP, Brasil
b Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE), Presidente Prudente, SP, Brasil
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Introdução: Ressecção endoscópica de mucosa (EMR) é uma técnica vem sendo utilizada e aprimorada nas últimas décadas, para diagnóstico e tratamento de lesões pré‐cancerosas e carcinomas iniciais em todo trato gastro‐intestinal (1‐2). É considerada técnica minimamente invasiva, segura e eficaz também para lesões maiores que 20mm. Este artigo tem como objetivo a apresentação de caso de LST (Lesão de Crescimento Lateral) de grande diâmetro em cólon Direito, com alto grau de dificuldade técnica para sua ressecção. Serão discutidas as vantagens e desvantagens da EMR em relação à Cirurgia Aberta e à ESD.

Relato de caso: A.A.S.C. 67 anos, sexo feminino, paciente com queixa de constipação há 2 anos associada a episódios de dor abdominal. Realizado colonoscopia diagnóstica que evidenciou LST granular em ceco (Imagem A) e reto alto. Lesão em ceco com cerca de 4cm de extensão, ocupando 1/3 do lúmen, friável, localizada 3cm proximal à Válvula Ileocecal, contornando uma prega. Biópsia indicou Adenoma Tubulo‐Viloso com intenso grau de atipias. Foi realizada mucosectomia em piecemeal da lesão de 4cm em ceco, utilizando alça diatérmica, injeção submucosa com solução salina 3% e manobras de retrovisão para acesso a parte posterior da lesão. Anatomopatológico confirmou Adenoma Tubulo‐Viloso com intenso grau de atipias. Paciente evoluiu bem, sem compliecações ou recidiva.

Discussão: De acordo com a Classificação de Paris, morfologia das lesões do TGI podem ser divididas entre (1) lesões superficiais, (2) lesões protusas ou (3) LSTs. LSTs (Lateral spreading tumors) são lesões maiores que 10mm de diâmetro caracterizadas por crescimento lateral. São divididas em LST‐NG (não granular) e LST‐G (granular), sendo que a LST‐NG possui padrão de invasão de submucosa superior as LST‐G. Dentre as técnicas de ressecção endoscópica, a EMR (Ressecção Endoscópica de Mucosa), técnica utilizada no caso relatado, é técnica consolidada para tratamento de lesões pré‐cancerosas no TGI, apresentando taxas de recorrência que variam entre 4 ‐18% conforme exposto na literatura. Tem sido preferida em relação à ESD devido aos menores custos e menor curva de aprendizado.

Conclusão: EMR pode ser utilizada como forma terapêutica eficaz para lesões LSTs>20mm mesmo com alto grau de dificuldade técnica para o procedimento, poupando procedimento cirúrgico aberto.

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Journal of Coloproctology

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