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Vol. 38. Issue S1.
Pages 131-132 (October 2018)
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Vol. 38. Issue S1.
Pages 131-132 (October 2018)
TL31
DOI: 10.1016/j.jcol.2018.08.283
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MUCOSECTOMIA ENDOSCÓPICA DE LESÕES COLORRETAIS GIGANTES: EXPERIÊNCIA DE CENTRO ESPECIALIZADO
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André Antonio Abissamraa,b, Giovanni Gustavo de Souza Avansinia,b, Matheus Carpenedo Frarea,b, Thiago Maicon Matos de Oliveira Rodriguesa,b, Beatriz Kawano de Oliveiraa,b, Leidiane Gomes Diasa,b, Rossini Fernandes Lyriaa,b
a Hospital Regional de Presidente Prudente, Presidente Prudente, SP, Brasil
b Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE), Presidente Prudente, SP, Brasil
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Introdução: Trabalho que objetiva relatar a eficácia, resultados e complicações da Mucosectomia Endocópica (EMR) em pólipos colorretais e “LST's” gigantes (> 4cm) realizados em centro especiliazado.

Materiais e métodos: Todas Mucosectomias Endoscópicas realizadas no serviço entre 2014 a 2018 para pólipos e \\“lst's\\” gigantes (> 4cm), com seguimento mínimo de 3‐6 meses com colonoscopia. Foram avaliadas taxas de ressecção em bloco x piecemeal, recorrência, AP (anatomopatológico) prévio x AP pós ressecção, taxas e formas de complicações do procedimento. Devido a indisponibilidade local de cromoscopia virtual e magnificação de imagem, 5 lesões de aspecto macroscópico benigno, mesmo sem AP, foram submetidas à ressecção após tatuagem da margem inferior com tinta nanquin. Dessa forma lesões diagnosticadas com Adenocarcinoma poderiam ser tratadas posteriormente.

Resultados e discussão: Total de 20 lesões gigantes foram ressecados em 20 pacientes, variaram entre 4‐7cm (média 4,3cm). Tipo de lesão mais frequente foram Pólipos de Base Larga (45%) seguido pelos LST's granulares (40%). Local mais frequente das lesões foi o Reto (40%) seguido pelo Ceco (20%). Todas as lesões foram ressecadas em uma única sessão. A técnica que foi predominantemente utilizado foi ressecção em Piece‐meal (90%), devido à dificuldade técnica em realizar ressecção em bloco única (10%). Das 20 lesões ressecadas, a maioria teve AP benigno (80%), sendo a grande maioria Adenoma Tubulo‐Viloso (60%). Apenas uma lesão foi apontada como Adenocarcinoma na biópsia pré‐ressecção. Porém no AP pós‐ressecção, constatou‐se 3 Adenocarcinomas in situ e 1 Adenocarcinoma invasor. Quanto ao controle da hemorragia no procedimento, foi necessário uso de hemoclip em 70% dos casos. Houve 1 caso (5%) de perfuração intestinal no pós‐procedimento precoce, onde foi necessária Hemicolectomia Direita para reparo da lesão. Quanto ao seguimento, foi observado recidiva em 3/19 pacientes (16%). Recidiva em 3 meses, ocorreu em 2/19 pacientes (11%). Seguimento em 6 meses foi totalizado em 13 pacientes, sendo que destes 3/13 (23%) apresentaram recidiva. Entre as lesões recidivadas, notou‐se que não houve diferença estatística entre as lesões LST e lesões polipoides.

Conclusão: EMR ainda é um procedimento com adequada eficácia, com baixa taxa de complicações e que pode evitar um grande número de cirurgias de grande porte para ressecção de pólipos e “LST's” gigantes.

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Journal of Coloproctology

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