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Vol. 38. Issue S1.
Pages 160 (October 2018)
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Vol. 38. Issue S1.
Pages 160 (October 2018)
TL89
DOI: 10.1016/j.jcol.2018.08.341
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MUDANÇA NA TÉCNICA DE FECHAMENTO DO SÍTIO DO ESTOMA, IMPACTA NA TAXA DE INFECÇÃO E PERMANÊNCIA HOSPITALAR?
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Rosilma Gorete Lima Barreto, Graziela Olivia da Silva Fernandes, Marcelo Travassos Pinto, Débora Pinheiro de Andrade, João Batista Pinheiro Barreto, Nikolay Coelho da Mota, Vinicius Pereira Aguiar
Hospital Universitário Presidente Dutra, São Luís, MA, Brasil
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Introdução: A infecção do sítio cirúrgico é considerada uma das complicações mais comuns após a cirurgia de reconstrução do trânsito intestinal, com taxas na literatura que variam de 0% a 41%. Não existe na literatura uma técnica ideal, descrevendo‐se o fechamento convencional (FC) e o fechamento em bolsa (FB), descrito por Banerjee e que consiste em manter uma abertura central para drenagem que cicatrizará por segunda intenção.

Objetivo: Comparar as taxas de infecção de sítio cirúrgico, no local do estoma prévio, utilizando a técnica de fechamento da pele em bolsa e o fechamento convencional, após reconstrução do trânsito intestinal.

Métodos: Estudo retrospectivo realizado, revisão de prontuário de 88 pacientes submetidos à reconstrução do trânsito intestinal no período de janeiro de 2012 a dezembro de 2014, utilizando a técnica de fechamento convencional (Grupo I); e 140 pacientes que foram submetidos à reconstrução do trânsito intestinal no período de janeiro 2015 a dezembro de 2017 com fechamento do sítio da ostomia em bolsa (Grupo II). Ambos foram realizados no Hospital Universitário Presidente Dutra.

Resultados: Grupo I 70 pacientes (79,5%) foram portadores de colostomia e 18 de ileostomia (20,5%), sendo que 81,8% dos pacientes eram do sexo masculino. A média de idade foi de 37,6 anos (13‐74 anos). O tempo médio de permanência da ostomia foi de 16,3 meses (3 – 108 meses). O tempo médio de internação foi de 11,6 dias (2‐61 dias). Neste grupo 26 (29,5%) pacientes tiveram infecção de sítio cirúrgico na ferida operatória com o fechamento convencional. No Grupo II fechamento em bolsa, 101 pacientes (72,1%) eram portadores de colostomia e 39 de ileostomia (27,9%), sendo que 78,3% dos pacientes eram do sexo masculino. A média de idade foi de 38 anos (8‐87 anos). O tempo médio de permanência da ostomia foi 16,8meses (4 – 51 meses). O tempo médio de internação foi de 8,7 dias (3‐47 dias). Apenas 5 pacientes neste grupo apresentaram infecção de sítio cirúrgico (3,6%).

Conclusão: A mudança na técnica de fechamento do sítio do estoma mostrou neste trabalho redução na taxa de infecção do sítio cirúrgico, de 29,5% para 3,6%, assim como redução no tempo de internação.

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Journal of Coloproctology

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