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Vol. 38. Issue S1.
Pages 124-125 (October 2018)
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Vol. 38. Issue S1.
Pages 124-125 (October 2018)
TL15
DOI: 10.1016/j.jcol.2018.08.267
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O PERFIL DO PACIENTE SUBMETIDO AO TRATAMENTO CIRÚRGICO DE NEOPLASIA MALIGNA DO CÓLON EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DO ESPÍRITO SANTO: UM ESTUDO DE 82 CASOS
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Juliete Borel de Oliveira Silva Aguiar*, Ana Fernanda Ribeiro Rangel, Iara Moscon, Giovanni José Zucoloto Loureiro, Patrícia Araújo de Freitas, Elioenay de Oliveira Bragança, Felipe Sampaio Soares Aspahan
Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes (HUCAM), Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Vitória, ES, Brasil
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Objetivos: Análise descritiva do perfil dos usuários do Sistema Único de Saúde, atendidos e abordados cirurgicamente em Hospital Universitário do Espírito Santo.

Metodologia: Realizou‐se um estudo observacional transversal retrospectivo, através de dados dos prontuários, para tratamento de neoplasia maligna do cólon em Hospital Universitário de Vitória, no período de janeiro de 2016 a dezembro de 2017. Uma ficha protocolo foi confeccionada com variáveis:idade, sexo, raça, história familiar,sinais e sintomas, tempo entre o início dos sintomas e o diagnóstico, fatores de risco associados, localização da lesão,caráter da cirurgia (eletiva ou urgência), descrição cirúrgica, internação em unidade de terapia intensiva (UTI) ou semi‐intensiva no pós‐operatório, complicações no pós‐operatório.

Resultados: Dos 82 pacientes submetidos a tratamento cirúrgico nos dois anos avaliados com diagnóstico histopatológico de neoplasia maligna do cólon, sendo mais frequente no sexo feminino (51%).A idade média ao diagnóstico foi 61,32 anos. Quanto à cor, a maioria era parda (53%). O principal fator de risco foi o etilismo e a maioria foi câncer esporádico. Os sinais e sintomas mais prevalente foram dor abdominal, perda ponderal, alteração do hábito intestinal ehematoquezia. O tempo médio entre o início da sintomatologia e o diagnóstico foi de 7,5 meses. A maioria das lesões estavam localizadas em reto e sigmoide (51%), seguido por cólon ascendente (28,7%).Quanto ao caráter da cirurgia,86,6%foram eletivos e 13,4%de urgência, por abdome agudo obstrutivo. Quanto a abordagem cirúrgica, 75,6% foram por laparotomia,13,4% por laparoscopia e 11% laparoscopia convertida para laparotomia por intercorrências. Quanto aos aspectos cirúrgicos, predominou a anastomose primária termino‐terminal, com sutura mecânica.O tempo de internação foi em média de 13,3 dias, variando entre 1 e 92 dias, sendo o tempo médio em terapia intensiva/semi‐intensivade 3,9 dias. 37% dos pacientes apresentaram complicações.

Conclusão: A avaliação crítica do perfil e do tratamento cirúrgico dos pacientes com neoplasia maligna de cólon permite melhorar as condutas e também notar a tendência da laparoscopia no tratamento cirúrgico oncológico em um hospital público.

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Journal of Coloproctology

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