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Vol. 38. Issue S1.
Pages 125 (October 2018)
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Vol. 38. Issue S1.
Pages 125 (October 2018)
TL16
DOI: 10.1016/j.jcol.2018.08.268
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PADRONIZAÇÃO DE ENVIO E AVALIAÇÃO HISTOPATOLÓGICA DAS PEÇAS DE CIRURGIAS COLORRETAIS ONCOLÓGICAS
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Matheus Duarte Massahud, Suyanne Thyerine da Silva Lopes, Pedro Jose Guimaraes Cardoso, Gabriella Oliveira Lima, Fabio Gontijo Rodrigues, Diego Vieira Sampaio, Marcelo Mendes Las Casas Moreira
Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte, Belo Horizonte, MG, Brasil
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Objetivo: Sistematizar o envio das peças para anatomia patológica, assim como o seu preparo e análise pelo patologista de acordo com normas do American College of Surgeons. Avaliar o tamanho das peças: margens e meso antes e após imersão em formol.

Métodos: Foram avaliadas 27 peças de cirurgias colorretais oncológicas no período de 1 mês (maio a junho de 2018). As peças foram enviadas para o laboratório de anatomia patológica abertas ou fechadas. Foram realizadas medidas das margens distal, proximal, do meso até o ponto de ligadura do vaso principal e do mesorreto crânio‐caudal e látero‐lateral nos casos de excisão total do mesorreto. Determinado o tempo de análise das peças após imersão em formol (menor que 24h, entre 24 e 48h e acima de 48h).

Resultados: 27 peças, sendo 4 retossigmoidectomias com excisão total do mesorreto, 9 colectomias direitas, 1 colectomia esquerda e 13 retossigmoidectomias. 55,6% dos pacientes do sexo feminino e 44,4% do sexo masculino. Idade média 63,18 anos (32 a 82 anos). 25,9% das peças foram enviadas abertas e 74,1% fechadas. 23,8% das peças foram analisadas dentro das primeiras 24 horas, 66,7% entre 24 e 48 horas, e 9,5% após 48 horas de imersão em formol. Redução média do meso de 2,68cm após análise pelo patologista. Redução das margens proximal e distal de 2,93cm e 2,45cm, respectivamente após análise pelo patologista. Observamos tendência em maior redução das margens após maior tempo de imersão da peça em formol.

Conclusão: A análise histopatológica das peças é essencial na cirurgia colorretal oncológica. O laudo anatomopatológico é um documento que comprova a execução da cirurgia segundo os preceitos oncológicos: margens adequadas e número suficiente de linfonodos dissecados. Padronização desta análise e do tempo após a cirurgia em que ela é executada torna‐se essencial para otimizar os resultados e acompanhamento de pacientes com câncer colorretal.

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Journal of Coloproctology

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