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Vol. 37. Issue S1.
Pages 36 (October 2017)
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Vol. 37. Issue S1.
Pages 36 (October 2017)
TL8‐082
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.381
Open Access
PERFIL DE PACIENTES COM PÓLIPOS E NEOPLASIAS ACOMPANHADOS EM SERVIÇO ESPECIALIZADO
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Gustavo Lisbôa de Braga, Tamara Durci Mendes, Danilo José Munhoz, Aline Nunes Amaro, Mabel Cristhina Rodrigues da Silveira, Marcelo Maia Caixeta de Melo, Francisco de Assis Gonçalves Filho
Hospital de Base, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), São José do Rio Preto, SP, Brasil
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Introdução: Colonoscopia é considerado um dos melhores métodos na detecção e prevenção de câncer colorretal, a quarta neoplasia que mais mata no mundo. Sua importância encontra‐se principalmente na detecção e remoção de pólipos adenomatosos, lesões comprovadamente pré‐malignas. A idade de início do screening para doenças colônicas é de 50 anos. No entanto, poucas são as propostas de início do rastreio em pacientes com acompanhamento em serviços especializados, geralmente uma amostra com maiores fatores de risco e sintomatologia.

Objetivo: Analisar o perfil de pacientes com pólipos e neoplasias, como também a prevalência dessas alterações em um serviço de ensino no interior paulista.

Métodos: Análise retrospectiva de colonoscopias e retossigmoidoscopias flexíveis, através de prontuário, feitas entre janeiro de 2016 e maio de 2017, no serviço de coloproctologia de um hospital terciário de ensino. Teste do qui‐quadrado foi aplicado entre variáveis categóricas, considerou‐se diferença estatística quando p<0,05.

Resultados: Foram analisados 577 pacientes, com média de 57,90 anos, prevaleceu o sexo feminino (57,7%). Dentre os exames feitos, 42,1% dos casos apresentaram pólipos, 77,6% desses eram menores do que 1cm, 63,8% sésseis e 39,5% adenomas. Malignidade foi encontrada em 3,9% da amostra. Após categorizarmos a amostra em um grupo entre 40 e 49 anos e outro acima de 50, idade essa preconizada na literatura para o início do screening colonoscópico, observamos uma prevalência de pólipos de 30,4% e 49,0% (p=0,002) e de malignidade de 2,5% e 4,8% (p=0,368), respectivamente.

Conclusão: As características gerais da amostra são semelhantes às registradas na literatura. No entanto, apesar de observarmos a semelhança na prevalência de pólipos entre pacientes de 40‐49 anos e acima de 50 anos, a prevalência de malignidade permaneceu inalterada nesses grupos, dado que poderia propor uma nova discussão com relação à idade de início do rastreio em pacientes acompanhados em serviços especializados.

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Journal of Coloproctology

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