Journal Information
Vol. 39. Issue S1.
Pages 145 (November 2019)
Share
Share
Download PDF
More article options
Vol. 39. Issue S1.
Pages 145 (November 2019)
815
Open Access
Perfil dos pólipos e lesões plano‐elevadas colorretais em serviço de saúde de fortaleza‐ce
Visits
...
M.M. Sousa, A.C. Moreira, A.S. Vilarinho, B.R. Andrade Júnior, J.C.A. Silva, M.M. Ribeiro, L.B. Olinda Batista, B.W.M. Silva
Hospital Santa Casa de Misericórdia de Fortaleza, Fortaleza, CE, Brasil
Article information
Full Text

Área: Métodos complementares diagnóstico e terapêutica

Categoria: Pesquisa básica

Forma de Apresentação: Pôster

Objetivo(s): Fazer o perfil demográfico e histológico dos pacientes com diagnóstico endoscópico de pólipos e/ou lesões plano‐elevadas colorretais no serviço de residência médica em coloproctologia.

Método: Trabalho descritivo, retrospectivo e expositivo, avaliando 130 prontuários de pacientes submetidos a colonoscopia e que apresentavam laudo do exame e histopatológico. As variáveis usadas foram: idade, gênero, indicação do exame, tipo de lesão (polipoide e/ou tumoral), histologia, topografia e diagnósticos associados.

Resultados: Foram avaliados 130 prontuários completos, contendo histopatológico. Desses, 153 lesões (tumorais e/ou polipoides) foram identificadas na colonoscopia. Setenta e quatro pacientes(56,9%) eram do sexo feminino e 56 masculino (43,1%). A idade variou de 19 a 92 anos (média de 63,52 anos). No universo de 130 exames, foram identificados 112 (86,1%) pólipos e 41 (31,5%) lesões com característica tumoral. A distribuição topográfica mais comum dos pólipos foram no reto em 28,6% dos casos (32), seguido pelo sigmoide 26,8% (30), cólon descendente 13,4% (15), transverso 10,7% (12), ceco 9,8% (11), cólon direito 4,4% (5), ângulo esplênico 3,6% (4) e cólon ascendente 2,7% (3). Os tipos histológicos identificados nas lesões foram adenocarcinoma em 34 (21,6%), adenomas 66 (42%) e lesões não neoplásicas 57 (36%). A principal indicações do exame foi rastreamento para câncer colorretal (n=36; 27,7%), seguido de alteração do habito intestinal (n=26; 20%), hematoquezia/enterorragia (n=19; 14,6%), seguimento de polipectomia ou cirurgia (n=17; 13%), sangue oculto nas fezes (n=8; 6,1%), perda de peso (n=8; 6,1%), dor anal (n=6; 4,6%), investigação de lesão suspeita pela tomografia (n=5; 3,8%), anemia (n=5; 3,8%).

Conclusão(ões): As lesões polipoides neoplásicas e não neoplásicas podem acometer o cólon intestinal, sendo a colonoscopia e polipectomia de fundamental importância no diagnóstico e prevenção do câncer colorretal. O rastreio deve ser iniciado a partir dos 45–50 anos e sua realização não deve ser postergada na presença de sinais de alarme (hematoquezia, perda de peso, alteração do hábito intestinal e dor abdominal).

Idiomas
Journal of Coloproctology

Subscribe to our newsletter

Article options
Tools