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Vol. 38. Issue S1.
Pages 164 (October 2018)
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Vol. 38. Issue S1.
Pages 164 (October 2018)
TL99
DOI: 10.1016/j.jcol.2018.08.351
Open Access
PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE 233 PACIENTES REFERÊNCIA DOS A UM AMBULATÓRIO TERCIÁRIO, COMO QUEIXAS PROCTOLÓGICAS SE TRADUZEM EM DIAGNÓSTICOS
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Marcelo Alexandre Pinto de Britto, Isabelle Kristal Grala Souza e Silva, Bruna Brandão de Farias, Camila Furtado Hood, Camila Tlustak Soares, José Ricardo de Souza Soares
Universidade Católica de Pelotas (UCPel), Pelotas, RS, Brasil
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Objetivo: Conhecer as características dos pacientes referenciados com queixas proctológicas a um serviço terciário de Coloproctologia na cidade de Pelotas‐RS; correlacionar queixas mais comuns com as impressões diagnósticas após atendimento especializado.

Método: Estudo retrospectivo, descritivo, com dados de prontuários de 233 pacientes com queixas orificiais encaminhados à primeira consulta entre 2014 e 2017; utilização de formulário padronizado de primeira consulta como instrumento, visando uniformidade de registo em ambiente acadêmico.

Resultados: Metade dos pacientes tinha entre 40 e 60 anos, com discreto predomínio do sexo feminino. História familiar de neoplasia colorretal foi relatada por 11% dos pacientes. Tabagismo ativo foi relatado por 19,7% dos pacientes, e 11,6% eram ex‐tabagistas. A comorbidade mais comumente referida foi hipertensão (33,5%). Em relação às queixas principais, 58,4% relatavam algum grau de sangramento, e a impressão diagnóstica foi de doença hemorroidária em quase metade destes pacientes. A dor anal foi a segunda queixa mais comum (46,8%). Quando esse sintoma ocorria em associação ao sangramento, a porcentagem de pacientes com achado de fissura anal aumentou de 13,6% para 25%, em comparação aos casos em que havia sangramento sem relato de dor.

Conclusão: Apesar do uso de prontuário estruturado, houve falhas de registro. Conhecer a demanda e diagnósticos mais comuns melhora o atendimento e o aproveitamento acadêmico.

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Journal of Coloproctology

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