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Vol. 37. Issue S1.
Pages 49 (October 2017)
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Vol. 37. Issue S1.
Pages 49 (October 2017)
TL12‐113
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.412
Open Access
RESSECÇÃO INTESTINAL POR VIDEOLAPAROSCOPIA POR ENDOMETRIOSE PROFUNDA NA CIDADE DE OURINHOS (SP)
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Alexandre da Silva Nishimura, Marcos Regis Tanios Porto, Rafael Castelli Bittencourt, Timoteo Vilela Verissimo, Mychelle de Sa Carvalho, Amanda Lacreta Leone Moreira, Marcelo Gonçalves Ferreira
Santa Casa de Ourinhos, Ourinhos, SP, Brasil
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Introdução: Endometriose é uma doença comum na mulher definida pela presença de tecido endometrial fora do útero, induzi uma resposta inflamatória crônica. A endometriose profunda (EP) se dá quando se localiza com mais de 5mm abaixo da camada peritoneal. Estima‐se que 15% das mulheres na idade reprodutiva têm endometriose, o intestino é afetado em 3%‐37% dos casos e desses 90% estão relacionado com o reto ou o sigmoide. O termo endometriose intestinal é usado quando o tecido endometrial invade a parede intestinal, acomete pelo menos a serosa. As principais manifestações clínicas são dor pélvica, dispareunia e infertilidade. Técnicas minimamente invasivas, com retirada de tecido acometido pela endometriose por orifícios naturais (Nose), como ânus e vagina, têm menos complicações e têm se tornado uma opção, porque diminuem o tempo de internação, com baixa porcetagem de complicações.

Método: Entre novembro de 2015 e junho de 2017, 13 pacientes do sexo feminino, com diagnóstico de EP, foram submetidas à ressecção intestinal por videolaparoscopia, inclusive a técnica Nose e ressecção discoide.

Resultados: Durante esse período, 16 pacientes do sexo feminino foram submetidas à resseção intestinal por EP por videolaparoscopia, 13 pela técnica Nose e três pela resseção discoide. As pacientes tinham entre 29 e 42 anos, com média de 34,5. Todas as pacientes submetidas à técnica Nose tiveram a retirada de tecido pela vagina, sem necessidade de conversão para cirurgia aberta. Apenas um caso apresentou complicação no intraoperatório, uma lesão térmica de ureter, tratada com passagem de cateter duplo J, mantido 30 dias, não foi necessária outra intervenção cirúrgica.

Conclusão: A ressecção intestinal por endometriose por laparoscopia tem se demonstrado opção de melhor escolha se considerarmos a redução nas queixas e nas complicações pós‐operatórias, além da melhor recuperação pós‐operatória.

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Journal of Coloproctology

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