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Vol. 37. Issue S1.
Pages 91-92 (October 2017)
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Vol. 37. Issue S1.
Pages 91-92 (October 2017)
P‐043
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.044
Open Access
SÉRIE DE CASOS DE TUMOR DE DELGADO TRATADOS NO HOSPITAL DA PUC DE CAMPINAS
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Milossi Estheisi Romero Machuca, Andressa Marmiroli Garisto, Regina Greilberger, Antonio José Tibúrcio Alves Junior, Sergio Oliva Banci, José Alfredo Reis Junior, José Alfredo Reis Neto
Clínica Reis Neto (CRN), Campinas, SP, Brasil
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Objetivo: Relatar uma série de casos de neoplasias raras a fim de mostrar a condução adotada.

Método: Foi feito um estudo retrospectivo com seis pacientes no período de 20 meses, portadores de tumores malignos do intestino delgado, em seguimento no Hospital e Maternidade Celso Pierro (PUC‐Campinas).

Resultados: Foram analisados seis casos de tumor do intestino delgado, um metastático e cinco de origem primária. Em cinco pacientes (83,3%) a lesão encontrava‐se no jejuno e apenas em um (16,7%) foi observada no íleo. A confirmação diagnóstica foi feita através da abordagem cirúrgica e estudo histológico. Os procedimentos adotados incluíram: enterectomia segmentar em todos os seis casos, linfadenectomia em 100% dos casos, colectomia direita com íleo transverso, anastomose em um paciente (16,7%) e ressecção peritoneal em um único caso (16,7%). O estudo anatomopatológico das peças ressecadas identificou cinco tumores primários (83,3%), três adenocarcinomas (50%), dois sarcomas (20%), ambos neoplasia estromal gastrointestinal (GIST). Apenas um tumor metastático foi observado (16,7%), correspondeu a um melanoma.

Discussão: No intestino delgado, os tumores benignos são um pouco mais comuns do que os malignos, porém esses quase sempre produzem sintomas. Os adenocarcinomas representam 50% dos tumores malignos do intestino delgado e o melanoma maligno apenas de 1 a 3% de todas as neoplasias malignas no trato gastrointestinal. O princípio geral do tratamento dos tumores malignos de intestino delgado é a ressecção com margens cirúrgicas livres, associada à linfadenectomia locorregional, procedimento adotado em todos os pacientes desta série. A análise desta casuística revelou que o adenocarcinoma primário teve a maior prevalência.

Conclusão: Os tumores de delgado tem incidência rara e seu diagnóstico geralmente é tardio, repercute no prognóstico e na chance de cura.

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Journal of Coloproctology

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