Journal Information
Vol. 39. Issue S1.
Pages 179 (November 2019)
Share
Share
Download PDF
More article options
Vol. 39. Issue S1.
Pages 179 (November 2019)
798
Open Access
Síndrome de ressecção anterior baixa (lars) e qualidade de vida após cirurgia de câncer retal com preservação esfincteriana: avaliação de paciente operados em hospital de fortaleza
Visits
...
N.F. Rodrigues, M.C.R. Araújo, M.R. da Costa, T.C. Maia, I.S. Gonçalves, C.E.L. Soares, A.G. Marques, S.M.M. Regadas
Universidade Federal do Ceará (UFC), Fortaleza, CE, Brasil
Article information
Full Text

Área: Doenças malignas e pré‐malignas dos cólons, reto e ânus

Categoria: Pesquisa básica

Forma de Apresentação: Tema Livre (apresentação oral)

Objetivo(s): Este estudo teve como objetivo avaliar a qualidade de vida relacionada aos sintomas da síndrome de ressecção anterior baixa (LARS) do reto em pacientes operados pelo serviço de Coloproctologia do Hospital das Clínicas de Fortaleza.

Método: Selecionados pacientes pós‐neoadjuvância que foram submetidos a retossigmoidectomia por tumor de reto entre abril/2017 a maio/2019. Os resultados foram medidos a partir do questionário de síndrome de ressecção anterior baixa (LARS), incluindo uma questão subjetiva avaliando o impacto da função intestinal na qualidade de vida desses pacientes.

Resultados: Dos 9 pacientes avaliados, sete (77,8%) eram do sexo feminino. A idade média da amostra foi de 61,44 (+/‐13,86) anos. O escore médio de LARS foi de 22,22. De acordo com a classificação de LARS, três indivíduos (33,3%) não apresentaram sintomas de LARS e 6 (66,7%) apresentaram LARS maior. Três (33,3%) pacientes negaram impacto na qualidade de vida, três referiram baixo impacto e três referiram alto impacto na qualidade de vida. Apesar dessa avaliação inicial, 8 pacientes relataram melhor qualidade de vida após fechamento da ileostomia protetora, independentemente dos sintomas de LARS. Houve uma diferença significativa quando se comparou o escore médio entre os pacientes sem impacto na qualidade de vida e os demais (0,67±1,15; 33±9,33; p<0,024).

Conclusão(ões): Existe uma tendência de que os pacientes com LARS maior tenham algum impacto na qualidade de vida. Por isso, uma avaliação funcional e uma identificação precoce desses pacientes, deve ser feita sistematicamente no seguimento pós‐operatório, possibilitando um melhor manejo com o objetivo de minimizar o impacto na qualidade de vida dos pacientes.

Idiomas
Journal of Coloproctology

Subscribe to our newsletter

Article options
Tools