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Vol. 37. Issue S1.
Pages 135 (October 2017)
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Vol. 37. Issue S1.
Pages 135 (October 2017)
P‐144
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.145
Open Access
TRATAMENTO CIRÚRGICO DE DOENÇA PILONIDAL SACROCOCCÍGEA RECIDIVADA COM RETALHO LIPOCUTÂNEO V‐Y
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Caio Cirillo Freitas da Silva, Jorge Benjamin Fayad, Luciana Paes Peixoto Netto, Marcelo Neves Carvalho, Nayara Moraes Guimarães da Silva, Vinicius Amaro Chagas Mesquita, Christiane Diva Campos Veneroso
Hospital Federal de Ipanema, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
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Introdução: A doença pilonidal sacrococcígea consiste na ocorrência de infecção no subcutâneo do sulco interglúteo. Mais comum em jovens adultos do sexo masculino. Evidências sugerem maior incidência em indivíduos com mais pelo corporal, obesos, aqueles com sulco interglúteo profundo e com história de furúnculos em outras partes. O método com incisão na linha média e fechamento primário parece diminuir o tempo de cicatrização, porém há indícios de maior recidiva nessa técnica, em relação à excisão sem sutura da ferida. Essa geralmente resulta em falhas maiores e com tempo prolongado de cicatrização. Quando há recorrência ou em casos de acometimento extenso são preferidas técnicas de incisão paramediana com ou sem uso de retalhos.

Objetivo: Relatar dois casos de jovens com doença pilonidal sacrococcígea recidivada após abordagem cirúrgica prévia.

Relatos de caso: 1) R.M.I.J, havia três anos apresentou quadro de desconforto em região sacrococcígea, procurou cirurgião geral que o submeteu a tratamento cirúrgico com incisão mediana e sutura primária. Chegou à unidade com acometimento extenso longitudinal (cerca de 12cm) com múltiplos orifícios na linha média. 2) A.B. havia quatro anos iniciou flogose em região sacra, seguida de supuração local. Em 2014 foi submetido a tratamento cirúrgico, foi deixado leito para cicatrizar por segunda intenção. Recidiva em 2015 e na reabordagem usada técnica com sutura da pele. Reaparecimento em 2016 com abertura da área da cicatriz e saída de secreção. Ao exame observada doença extensa, aproximadamente 18cm, com orifício de bordas granulomatosas, pits largos, preenchidos por pelos, e cicatriz hipertrófica das abordagens prévias. Feita ressecção do sinus e reconstrução com retalho lipocutâneo V‐Y.

Resultados: Evoluções satisfatórias, sem sinais de recidiva, apresentou como evento adverso a drenagem espontânea de secreção serosa e pequena deiscência, porém granulada em toda extensão.

Conclusões: Trata‐se de uma técnica simples para solução dessa condição que com frequência recidiva ao ser usarem técnicas simples.

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Journal of Coloproctology

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