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Vol. 39. Issue S1.
Pages 109 (November 2019)
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Tratamento cirúrgico de tumor de buschke‐lowenstein com retalho cutâneo bilateral e revisão de literatura
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N.F. Baqueiro Sena, L.M.G. de Codes, A.O. Trajano, A.L. de Carvalho, Fd.C.R. Fidelis, V.Ld.O. Alves
Hospital Universitário Professor Edgard Santos (HUPES), Universidade Federal da Bahia (UFBA), Salvador, BA, Brasil
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Área: Doenças Infecciosas

Categoria: Relatos de caso

Forma de Apresentação: Pôster

Objetivo(s): O objetivo deste trabalho é relatar o caso de uma paciente que apresentou condiloma gigante perianal de crescimento rápido após transplante renal em terapia imunossupressora, sendo tratada cirurgicamente em um hospital universitário de Salvador/Bahia.

Descrição do caso: Paciente de 32anos, transplantada renal, em uso de medicamentos imunossupressores, admitida com aparecimento de lesão vegetante circunferencial em região perianal, com uso prévio de imiquimod sem resposta. Paciente foi submetida a ressecção completa da lesão e confecção de retalho tipo casa (house flap). No 10° dia pós‐operatório, a paciente apresentou deiscência parcial dos pontos entre mucosa anal e pele, evoluindo satisfatoriamente sem estenose anal. Em acompanhamento ambulatorial, notou‐se lesões pontuais sugestivas de recidiva de condiloma, que não responderam ao tratamento com ácido tricloroacético, sendo realizada nova ressecção e cauterização.

Discussão e Conclusão(ões): O tratamento cirúrgico com excisão completa apresentando margens livres de tumor é considerado padrão‐ouro para o tratamento de condiloma gigante, podendo ser utilizadas outras terapias em combinação. Após excisão cirúrgica ampla perianal, há criação de defeitos de tamanhos variados, os quais podem cicatrizar por segunda intenção ou serem submetidos a reconstrução com a confecção de variados tipos de retalhos. A reconstrução com retalhos garante melhor resultado estético, funcional e recuperação mais rápida, com consequente melhoria da qualidade de vida dos pacientes. Nosso trabalho mostra como o tratamento dos pacientes com TBL costuma ser desafiador. Devido às altas taxas de recidiva, estes pacientes devem ser acompanhados de forma regular a fim de garantir controle local das lesões condilomatosas em fase mais precoce.

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Journal of Coloproctology

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