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Vol. 37. Issue S1.
Pages 75 (October 2017)
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Vol. 37. Issue S1.
Pages 75 (October 2017)
P‐006
DOI: 10.1016/j.jcol.2017.09.007
Open Access
TUMOR ESTROMAL GASTROINTESTINAL COMO DIAGNÓSTICO DE MASSA DE SEPTO RETOVAGINAL
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Priscilla Martins, Dalton Muniz, Leolindo Tavares, Felipe Figueiredo, Milena Portavares, Leandro Costa, Gustavo Melo
Hospital Central da Aeronáutica (HCA), Rio de Janeiro, RJ, Brasil
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Introdução: O tumor estromal gastrointestinal (GIST) é o tumor mesenquimal mais comum do trato gastro intestinal. Corresponde a 0,1 a 1% de todos as neoplasias do trato gastrointestinal. Em sua maioria é encontrado no estômago e intestino delgado. Tem importante relevância por risco de malignização e subdiagnóstico. Mais incomuns ainda são os achados de GIST fora do trato gastrointestinal, chamados EGIST, esses geralmente encontrados em omento, retroperitonio, mesentério e ainda mais raro na bexiga e no septo retovaginal.

Objetivo: Esse trabalho tem por objetivo reportar um caso de massa localizada no septo retovaginal de 4,5 x 2,9 x 3,4cm (23 cm3) diagnosticada como achado em exame ginecológico de rotina.

Método: Selecionada paciente, 79 anos, investigação diagnóstica por meio de ultrassom transvaginal, ressonância de pelve, ultrassom transretal e biópsia com diagnóstico de GIST, positivo CD34 e c‐kit CD117 com baixo índice mitótico Ki‐67 10%. Submetida a neoadjuvância com imatinib (Gleevec), desenvolveu intolerância à droga, que foi suspensa, com resposta parcial e redução da massa para 3,6 x 2,3 x, 2,6cm (11 cm3). Optou‐se por abordagem cirúrgica com excisão radical por meio de abordagem abdominal videolaparoscópica para abaixamento de reto, seguida de abordagem perineal com colpectomia posterior e retossigmoidectomia perineal, anastomose colo‐anal e ileostomia de proteção.

Resultados: Excisão completa da lesão com margens livres de neoplasia, tumoração em íntima relação com a parede do reto e vaginal.

Conclusão: O EGIST deve ser considerado, apesar de raro, como diagnóstico diferencial de massas em septo retovaginal, além de leiomioma e leiomiossarcoma, e tratado devido a seu risco de malignização.

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Journal of Coloproctology

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