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Vol. 38. Issue S1.
Pages 119 (October 2018)
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Vol. 38. Issue S1.
Pages 119 (October 2018)
TL101
DOI: 10.1016/j.jcol.2018.08.256
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ULTRASSOM ENDOANAL 2D EM PACIENTES PORTADORES DE FÍSTULA ANORRETAL EM HOSPITAL PÚBLICO DE SALVADOR
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Andre Luiz Santos, Joana Carolina Saraiva de Paula Pessoas, Andre Araujo de Medeiros Silva, Carlos Ramon Silveira Mendes
Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), Salvador, BA, Brasil
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Introdução: O diagnóstico das desordens anorretais foram revolucionadas pela introdução endossonografianos últimos 20 anos. A tecnologia de ultrassografia endoanal 2D (USGE 2D) se demonstra como um veículo que pode ser utilizado na avaliação dessas patologias desde que se conheçam suas limitações.Com base nessas particularidades, a imagem ultrassonográfica veio para auxiliar no tratamento da fístula anal. Onde não se pode ser realizado sem um profundo conhecimento de sua etiologia e anatomia do complexo esfincteriano.

Objetivo: Compreender a doença em amplo espectro de complexidade, onde muitas vezes é diagnosticada incorretamente e mal tratada por cirurgiões e médicos por falta de experiência e conhecimento do trajeto fistuloso.

Método: Foram realizados em hospital público de Salvador, 22 exames com o aparelho de ultrassonografia endoanal 2D em pacientes do SUS com diagnóstico de fístula anorretal. Os exames foram realizados nos dias 26 e 27 de janeiro de 2018.

Resultados: Foram avaliados 22 trajetos fistulosos no procedimento em um público de 18 homens (78,2%) e 5 mulheres (21,74%). A média de idade dos pacientes avaliados foi de 45,2 anos. Apresentavam tempo de doença entre 3 meses a 5 anos com média de 8 meses. 39% dos pacientes apresentam alguma comorbidade. As fístulas transesfinctéricas foram as mais prevalentes, totalizando 78,2% dos casos. Destas, foram 54,55% posteriores e 45,45% anteriores. As interesfinctéricas e a supraesfincteriana ocuparam o segundo lugar com 4,35% cada. E um caso correspondente à fístula em sela anterior (4,35%). 9,09% dos pacientes já se submeteram a alguma intervenção cirúrgica orificial. Sendo que desses 01 apresentou comprometimento esfincteriano com presença de descontinuidade do esfíncter.

Conclusão: A ultrassonografia anorretal 2D possibilita a avaliação de diversas afecções anorretais permitindo diagnósticos mais concisos e possibilitando tratar de forma mais adequada os pacientes. As vantagens incluem o custo relativamente barato para executar e sua generalizada disponibilidade. Uma desvantagem, como todos exames de ultrassonografia é ser operador dependente.

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Journal of Coloproctology

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