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Vol. 39. Issue S1.
Pages 201-202 (November 2019)
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Vol. 39. Issue S1.
Pages 201-202 (November 2019)
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Uso da eletroestimulação transcutânea parassacral (tens) no tratamento da disfunção vésico‐intestinal em crianças e adolescentes: um estudo clínico randomizado
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G.E. de Abreu1, L.A. Souza1, M.L.V. da Fonseca2, T.B. Carneiro1, E.R. Dourado1, U. Barroso Junior1
1 Centro de Distúrbios Miccionais na Infância (CEDIMI), Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, Salvador, BA, Brasil
2 Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, Salvador, BA, Brasil
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Área: Doenças Intestinais funcionais e Doença Diverticular dos cólons

Categoria: Estudo clínico randomizado

Forma de Apresentação: Tema Livre (apresentação oral)

Objetivo(s): Testar a hipótese de que o uso de TENS parassacral no tratamento inicial de crianças e adolescentes com Disfunção vésico‐intestinal (DVI) está associado a melhora do quadro clínico, bem como analisar a associação entre o diâmetro transverso do reto pré‐tratamento e resposta clínica pós‐intervenção.

Método: Ensaio clínico randomizado com crianças e adolescentes com DVI. A amostra foi dividida em dois grupos: um grupo de tratamento com orientação dietética/comportamental (uroterapia)+eletroterapia escapular‐sham (GU) e um grupo de tratamento com orientação dietética/comportamental+uroterapia+TENS parassacral (GT). Na avaliação dos sintomas urinários e CF pré/pós intervenção foram utilizados o Dysfunctional Voiding score System (DVSS) e os critérios de Roma IV, respectivamente. O diâmetro transverso do reto foi medido através de ultrassonografia pélvica.

Resultados: Foram estudados 23pacientes, sendo 13pacientes no grupo controle (GU) e 10 pacientes no grupo tratamento (GT) com idade média de 9.0±2.7anos. A média do diâmetro retal foi de 3,2±0,9cm. Ambos os grupos evidenciaram melhora no DVSS após as intervenções (GC‐ 12.0, IQ10.0‐16.5 X 6.0, IQ 2.0‐10.0, p<0.01; GT 15.5, IQ 8.0‐18.25 X 4.5, IQ 0.75‐10.5, p<0.01), entretanto, não houve diferença na avaliação intergrupos(p=0.69). O GT apresentou melhora significante da constipação quando comparado ao GC (80% X 30.8%, p=0.03). Não houve associação entre a medida do diâmetro retal pré‐tratamento e a melhora da constipação (p=0.79) ou do DVSS (p=0.15).

Conclusão(ões): O TENS parassacral associado a uroterapia melhoram a CF de crianças e adolescentes com DVI. Por sua vez, os sintomas miccionais, apesar da melhora com o TENS, não diferiu da melhora observada com uroterapia isolada. O diâmetro retal pré‐tratamento não influenciou na resposta clínica pós‐intervenção.

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Journal of Coloproctology

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