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Vol. 38. Núm. S1.
Páginas 129 (Outubro 2018)
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Vol. 38. Núm. S1.
Páginas 129 (Outubro 2018)
TL26
DOI: 10.1016/j.jcol.2018.08.278
Open Access
COLONOSCOPIA POR CÁPSULA: IMPACTO NO DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA
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Miguel José Mascarenhas Saraiva, Rolando Pinho, Miguel José Mascarenhas Saraiva
Laboratório ManopH, Porto, Portugal
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Introdução: A endoscopia por cápsula revolucionou o diagnóstico e terapêutica da patologia gastrointestinal. A evolução desta técnica acrescentou em 2007 a possibilidade de avaliação do colon, constituindo, em situações definidas, uma alternativa à colonoscopia, o gold standard. A cápsula endoscópica do colon (CEC) tem vindo a desenvolver‐se, estando dirigida para os casos de colonoscopia direta incompleta, deteção de pólipos e diagnóstico/vigilância de doença inflamatória intestinal. Os autores relatam a experiência de 10 anos com esta técnica, focando os seus resultados.

Objetivo: Avaliar o impacto diagnóstico e terapêutico da CEC.

Material e métodos: estudo retrospetivo que incluiu os doentes que realizaram cápsula endoscópica do colon, dispositivo PillCamTM Colon (1° e 2ª gerações) e PillCamTM Crohn, de acordo com o protocolo estabelecido, durante 10 anos. Parâmetros avaliados na inclusão: sexo, idade, motivo para CEC e tipo de preparação intestinal realizada. No final os resultados alcançados, o grau de preparação intestinal, a mudança de conduta terapêutica e a segurança do procedimento foram avaliadas.

Resultados: No período de estudo foram incluídos 81 doentes, com média etária de 41,9 anos (12‐94 anos). Os principais motivos para realização de CEC foram a suspeita de Doença Inflamatória Intestinal (DII) (28/81), vigilância de DII (33/81), colonoscopia incompleta (6/81), o rastreio de CCR (12/81) e anemia (5/81). A visualização completa do colon foi possível em 82,7% dos doentes e a preparação do colon foi boa em 85,2%. Nos doentes com suspeita de DII detetou‐se DII do delgado em 7/28) e colite em 1. Nos casos de rastreio de CCR foram detetados pólipos em 4/12. Nos 6 casos de exame por colonoscopia incompleta foram detetados pólipos em 2 e câncer em 1. Em 49,4 dos casos houve mudança de conduta terapêutica com base nos achados. Os achados extracólicos também foram relevantes (45,7%). Como complicação, registou‐se apenas um caso de lesão cólica associada à preparação intestinal.

Conclusão: A experiência aqui relatada confirma o valor da CEC, com potencial diagnóstico e terapêutico reconhecidos e um bom perfil de segurança, em concordância com os dados da literatura.

Idiomas
Journal of Coloproctology

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