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Vol. 38. Núm. S1.
Páginas 176 (Outubro 2018)
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Vol. 38. Núm. S1.
Páginas 176 (Outubro 2018)
VL27
DOI: 10.1016/j.jcol.2018.08.379
Open Access
TÁTICA CIRÚRGICA PARA A LIBERAÇÃO DO ÂNGULO ESPLÊNICO POR VIA ROBÓTICA: DEVE SER DIFERENTE DA LAPAROSCÓPICA?
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Renato Gomes Campanatia,b, Lívia Cardoso Reisa,b, Bernardo Hanana,b, Kelly Cristine de Lacerda Rodrigues Buzattia,b, Sergio Eduardo Alonso Araújoa,b, Rodrigo Gomes da Silvaa,b
a Hospital das Clínicas, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, MG, Brasil
b Rede Mater Dei de Saúde ‐ Mater Dei Contorno, Belo Horizonte, MG, Brasil
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Introdução: O desenvolvimento de técnicas minimamente invasivas foi um dos mais importantes avanços da cirurgia moderna. Além do evidente e desejado efeito cosmético, dentre os benefícios para o paciente, tem‐se a diminuição da dor pós‐operatória e do tempo de internação, retorno mais precoce às atividades habituais e a diminuição das complicações infecciosas e das resultantes de menor trauma parietal.

A introdução do robô na pratica médica, seguiu essa iniciativa, e a cirurgia robótica atualmente têm contribuído para maior precisão nos procedimentos operatórios, colaborando na ampliação do campo de visão tridimensional em intervenções que necessitam de maior destreza do cirurgião. A liberação do ângulo esplênico é um tempo operatório delicado uma vez que trata de área de pior acesso tanto por laparoscopia quanto por via robótica. O presente trabalho visa demonstrar aspecto técnicos desse tempo operatório por via robótica e apresentar diferenças dessa com a abordagem habitual por via laparoscópica.

Descrição do caso: Paciente do sexo masculino, com diagnóstico de adenocarcinoma de reto médio, submetido à quimioterapia e radioterapia neoadjuvantes seguido de ressecção anterior do reto com excisão total do mesorreto robótica com a utilização da plataforma XI.

Discussão: A realização de alguns tempos operatórios difíceis por videocirurgia foi facilitada pelo uso do robô. No entanto, algumas limitações foram observadas, como a necessidade de reajustar o robô para a realização de alguns tempos operatórios, resultando em significativo aumento do tempo cirúrgico. Isso é observado na mobilização da flexura esplênica, que muitas vezes tem que ser completada pela técnica de laparoscopia tradicional. No entanto, como demonstrado no vídeo apresentado, é possível a realização do ato com dock único de maneira precisa rápida e com menor curva de aprendizado.

Conclusão: A cirurgia robótica consiste em uma nova ferramenta na abordagem do câncer reto e tem a possibilidade de superar as limitações da cirurgia laparoscópica. O robô, ao proporcionar maior precisão de movimentos, a visualização tridimensional e estável do campo operatório e a reprodução dos movimentos do punho humano, pode facilitar a dissecção do ângulo esplênico, quando comparado a técnica laparoscópica convencional ou a demais plataformas robóticas.

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Journal of Coloproctology

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